6 Investimentos de renda fixa que você precisa conhecer

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Na hora de investir, você é um investidor que tem aversão ao risco? Então conheça 6 investimentos de renda fixa que podem ampliar seu portfólio!

renda fixa geralmente é a primeira classe de investimentos com a qual o brasileiro tem contato. Isso porque o investidor iniciante — e até alguns mais experientes — tem o hábito de buscar alternativas com maior segurança e estabilidade.


Apesar de ser a mais conhecida, a poupança não tem sido vista como a mais vantajosa. Assim, muitas pessoas têm procurado alternativas — o que vem popularizando também outros títulos.
Então, que tal saber mais sobre eles? Conheça a seguir 6 investimentos de renda fixa que podem fazer parte da sua carteira!

O que é renda fixa?


Antes dos investimentos serem apresentados, é importante saber o conceito de renda fixa. Assim, você evita confundir com outros tipos de investimento. Trata-se de uma classe de investimento em que a forma de rentabilidade é conhecida previamente pelo investidor.
Usualmente, essa rentabilidade acontece por meio do pagamento de uma taxa de juros sobre o capital aplicado. A taxa pode ser:
  • prefixada, representando um percentual fixo a ser pago até o final do investimento;
  • pós-fixada, atrelada a um índice ou indicador econômico;
  • híbrida, mesclando as duas formas de rendimento.
Os índices mais utilizados como referência na renda fixa são à taxa Selic (taxa básica de juros) o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e o CDI (Certificado de Depósito Interbancário).
Dessa forma, pode-se dizer que os investimentos de renda fixa possuem maior segurança e estabilidade se comparados às alternativas de renda variável. Isso porque essa outra classe está exposta às variações do mercado financeiro.

Quais as desvantagens e vantagens da renda fixa?


Por suas características, a renda fixa costuma ter um ponto negativo: a limitação da rentabilidade. Como os riscos são mais baixos, as promessas de taxas de juros também podem não ser muito altas, em especial quando os índices econômicos estão em baixa.
No entanto, investir em renda fixa ainda pode ser motivado por algumas vantagens. Uma das principais é a previsibilidade quanto aos ganhos que podem ser obtidos. Além disso, ao identificar a rentabilidade de um investimento fica muito mais fácil de compará-lo com outras opções e avaliar o custo de oportunidade.
Outra vantagem é a grande variedade de aplicações nesse segmento. Isso facilita a diversificação de uma carteira — atitude vista como positiva no mercado financeiro, como forma de equilibrar riscos e buscar mais rentabilidade.

Quais os títulos de renda fixa disponíveis no mercado?


Agora que você conhece o conceito e renda fixa e algumas de suas vantagens, confira 6 investimentos nesse segmento que podem ampliar sua carteira!

1. Títulos do Tesouro Nacional

Os títulos do Tesouro são bastante procurados por quem busca segurança. Isso em virtude de serem emitidos pelo Governo Federal — o que oferece maior segurança. Além disso, o emissor garante a recompra, trazendo também alta liquidez.
Assim, caso o investidor precise desfazer do investimento de forma antecipada, não encontrará dificuldades. Em relação aos prazos, existem opções com vencimento no curto, médio ou longo prazo.
A aquisição desses títulos públicos se dá por meio da plataforma do Tesouro Direto, e as alternativas são:
  • Tesouro Selic: seu rendimento é atrelado à Selic;
  • Tesouro prefixado: é remunerado por uma taxa prefixada, que não varia;
  • Tesouro IPCA+: rende de acordo com a inflação, acrescido de uma taxa fixa.
 

2. CDB


O CDB (certificado de depósito bancário) é um título de crédito emitido por instituições financeiras. Nesse tipo de investimento, os recursos captados são usados para que as instituições cubram as suas operações. Logo, seria o equivalente a emprestar dinheiro para um banco.
O produto geralmente rende um determinado percentual da taxa CDI – que é próxima à Selic. É possível encontrar, por exemplo, títulos que pagam mais que 100% dessa taxa. As taxas costumam ser maiores quando se trata de prazos mais longos.
Em relação à segurança, esse investimento possui a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que funciona como um seguro. Caso a instituição emissora do título abra falência, o FGC garante o pagamento de até R$ 250.000,00 por CPF e instituição — limitado a R$ 1 milhão, a cada 4 anos.

3. LCI e LCA


A LCI (letra de crédito imobiliário) e a LCA (letra de crédito do agronegócio) se assemelham ao CDB e sua rentabilidade também pode ter como base o CDI ou taxas prefixadas.
A maior diferença para outros títulos está na destinação do valor investido — que, necessariamente, deve ser no setor imobiliário e do agronegócio, respectivamente. Por isso, esse investimento recebe incentivo do Governo e os seus rendimentos são isentos de Imposto de Renda.

4. CRI e CRA


O CRI (certificado de recebíveis imobiliário) e o CRA (certificado de recebíveis do agronegócio) são mais opções isentas de Imposto de Renda para pessoa física, pelo mesmo motivo dos títulos apresentados anteriormente.
Em relação aos diferenciais, ambos são aplicações com risco um pouco maior, pois envolvem promessas de pagamento mediadas por securitizadoras. Como não apresentam cobertura do FGC, é preciso atentar para os riscos.

5. Debêntures


As debêntures são títulos de dívidas emitidos por sociedades anônimas. Emitir debêntures é uma forma alternativa das empresas levantarem dinheiro no mercado, sem precisar fazer empréstimos em instituições financeiras.
Existem diversos tipos de aplicações:
  • nas debêntures simples, o investidor recebe seu capital mais a rentabilidade na data de vencimento;
  • nas conversíveis, o valor investido e os rendimentos podem ser convertidos em ações da empresa;
  • as permutáveis podem ser trocadas por papéis de outras companhias;
  • no caso de debêntures incentivadas, há isenção de Imposto de Renda.
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6. FIDC


O FIDC (fundo de investimento em direitos creditórios) é uma modalidade de renda fixa ainda pouco conhecida. Os direitos creditórios são valores que uma empresa tem a receber, provenientes de cheques, parcelas de cartão de crédito, duplicatas etc.
Existem dois tipos de FIDCs: os abertos e os fechados. Nos abertos o resgate pode ser feito a qualquer momento. Nos fechados, apenas no prazo preestabelecido.
Vale destacar, ainda, que esse fundo não está acessível a qualquer investidor. Além do aporte mínimo ser mais elevado, muitos deles são limitados a investidores qualificados. Ou seja, profissionais certificados do mercado financeiro ou pessoas com R$ 1 milhão investidos.

Conclusão


Como você viu, optar por investimentos de renda fixa pode ser uma forma de investir com segurança e estabilidade. Nesta modalidade é possível ter uma base de quanto o seu patrimônio renderá ao longo de um período determinado.
No entanto, antes de investir lembre-se de analisar o seu perfil e os seus objetivos para escolher a melhor alternativa de acordo com as suas necessidades. Cada uma pode ter riscos, prazos e liquidez diferentes!
Quer saber mais sobre como investir na renda fixa? Nós temos uma equipe de assessores que pode ajudar você.  Entre em contato!