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Como escolher as melhores ações para investir hoje?

Você sabe o que considerar para escolher as melhores ações para investir? Entenda aqui os fatores mais importantes para essa decisão!

Quem busca boas oportunidades de aportes pode se perguntar como escolher as melhores ações para investir. Mas, na verdade, não há uma resposta correta e que sirva para todos os investidores com certeza.
As pessoas têm objetivos financeiros e perfis diferentes, então não é possível padronizar as escolhas. Contudo, você pode encontrar ações que sejam adequadas para suas características, se considerar alguns fatores importantes para a decisão.
Neste conteúdo, você conhecerá os pontos que deve ponderar para escolher as melhores ações para investir e compor um portfólio cada vez mais sólido. Continue a leitura e descubra!

Conheça seu perfil de investidor

O primeiro fator que você deve ter em mente para escolher ações é o seu perfil de investidor. Já ouviu falar nesse conceito? Ele ajuda a entender como cada investidor lida com os riscos. Assim, pode ajudar a embasar as decisões.
Os perfis são divididos em três tipos: conservadores, moderados e arrojados (também conhecidos como agressivos). Entenda cada um deles:

Conservadores

Os conservadores são aqueles investidores que têm menos tolerância aos riscos dos investimentos. Logo, eles preferem aportes mais seguros e previsíveis, ainda que isso limite as possibilidades de ganhos.

Moderados

Já os moderados também focam na segurança. Contudo, conseguem suportar alguns riscos, principalmente a longo prazo. Então, se há uma boa oportunidade com expectativa de rentabilidade, podem arriscar mais que os conservadores.

Arrojados

Por último, os arrojados são aqueles que têm mais abertura aos riscos atrelados a investimentos. Dessa maneira, eles buscam potencializar a rentabilidade, ainda que isso retorne uma insegurança mais alta. Logo, podem se interessar bastante por ações.
Por ser um investimento de renda variável, as ações possuem mais riscos que alternativas de renda fixa. Assim, o aporte em papéis não oferece previsibilidade em relação aos ganhos — e há possibilidades de prejuízo. Por outro lado, o potencial de rentabilidade é maior.
Dessa forma, investidores moderados e arrojados costumam considerar essa alternativa. Entretanto, não significa que os conservadores devem evitar completamente as ações. Eles podem investir parte da carteira, fazendo uma boa análise para reduzir riscos.
Com essa estratégia, o investidor mais conservador — ou aquele que está dando os primeiros passos nesse mercado — não compromete grande parte de seu patrimônio com as ações. Isso traz mais segurança e ajuda a ganhar experiência na área.

Defina os seus objetivos

Depois de conhecer qual é o seu perfil de investidor, é fundamental que você estabeleça objetivos financeiros. Aqui é preciso definir o que deseja alcançar com os investimentos e qual é o prazo para cada uma das metas.
Esses desejos embasam suas decisões e ajudam a definir quais ações são as melhores para você investir. Afinal, os aportes que se alinham com os objetivos definidos pelo investidor são aqueles que devem ser priorizados no momento de decisão.
Portanto, faça uma lista com as suas metas. Lembre-se de focar em desejos concretos e que podem ser quantificados. Por exemplo: quero me aposentar em 20 anos e, para isso, preciso obter uma renda passiva de R$ 5.000 mensais.
Claro que esses objetivos podem ser revistos e adequados com o passar do tempo, para atualizá-los. Contudo, é importante delimitá-los conforme a sua realidade, expectativas e possibilidades no presente. Também não se esqueça de definir um prazo específico.
A sua estratégia de investimento em ações dependerá do tempo em que você quer conquistar seus objetivos. Além disso, tenha cuidado para não definir metas muito ambiciosas sem considerar seu patrimônio e capital disponíveis. Começar com planos menores pode ser uma boa ideia.

Entenda suas preferências

Um ponto que muitos investidores não consideram ao escolher as ações é entender quais são suas preferências. Ou seja, que áreas da economia você gosta mais, a quais setores está mais ligado, de qual marca é consumidor rotineiramente etc.
Essa convivência com as empresas ou setores no dia a dia também pode embasar suas decisões de investimento. Apesar de não ser um fator determinante, ela pode ajudar a manter mais segurança no aporte, por conhecer a empresa e o seu segmento.
Assim, se você quer escolher as melhores ações para investir, considere fazer aportes naquelas empresas que você tem contato. Seja no trabalho, no dia a dia ou mesmo como consumidor. Essa pode ser uma estratégia para ficar mais próximo dos investimentos e entender melhor os resultados.

Conheça as estratégias de análises existentes

Para basear as decisões de investimentos ou para avaliar tendências e perspectivas, é comum fazer análises de ações. Essas avaliações se dividem em dois tipos: a técnica e a fundamentalista.
A análise técnica foca nos próprios papéis e nas oscilações de preços dos ativos. Por isso, é mais utilizada por especuladores, com o objetivo de avaliar a movimentação das cotações, determinar padrões e tendências.
Ela costuma estar atrelada a operações de curto e curtíssimo prazo. No day trade, por exemplo, a compra e venda ocorre no mesmo pregão. Por outro lado, a análise fundamentalista prioriza a avaliação das empresas e seus fundamentos.
Nesse caso, o foco é em médio e longo prazo. Para isso, a análise não avalia os preços, e sim os resultados operacionais e a gestão da companhia. Assim, ela se baseia em indicadores fundamentalistas, como o balanço patrimonial, o patrimônio líquido etc.
Conhecendo essas análises você poderá aplicá-las às suas decisões. Se o seu objetivo é conseguir ganho em operações de curto prazo, deve aprender a avaliar gráficos de forma técnica. Contudo, se o foco é no longo prazo e aumento de patrimônio, a análise fundamentalista é mais indicada.

Acompanhe uma carteira recomendada

Vale destacar que quem não deseja fazer uma análise aprofundada de ações para investir pode acompanhar uma carteira recomendada. Elas representam recomendações de ações feitas por analistas de investimentos.
Logo, você não precisa avaliar as ações sozinho e nem decidir por conta própria. Basta analisar as carteiras, considerando a estratégia e os objetivos estabelecidos, para decidir qual seguir. Depois, só precisa fazer as compras e vendas indicadas pelo analista para se expor aos resultados da carteira.
Neste post, foi possível aprender como escolher as melhores ações para investir hoje! Como você viu, é fundamental considerar características pessoais nessa decisão. Então, não siga recomendações sem avaliar todos esses pontos que acompanhou até aqui.
Quer contar com uma assessoria para esclarecer suas dúvidas sobre investimentos? Entre em contato conosco!

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Como analisar uma ação? Conheça os principais indicadores!

Pretende começar a investir no mercado acionário? Então é importante saber como analisar uma ação e os indicadores mais utilizados. Veja quais são!

Investir em ações pode ser uma boa forma de diversificar sua carteira de investimentos e construir seu capital – principalmente quando se pensa no longo prazo. Contudo, saber como escolher uma empresa é determinante para fazer bons negócios.
Contar com a sorte não é recomendado quando se fala em investimentos de renda variável. Logo, estudar o mercado e as ferramentas de análise disponíveis atualmente ajuda muito na hora da tomada de decisão.
Portanto, se você quer aprender como analisar uma ação e quais são os principais indicadores usados por investidores e profissionais de mercado, basta continuar a leitura!

Qual a importância de analisar uma ação?

Aquele que pretende investir na bolsa de valores precisa ter confiança na hora de escolher os papéis que comporão seu portfólio. Por isso, não há como fazer boas escolhas sem que seja feito um estudo prévio do ativo que pretende adquirir.
Além dos riscos na renda variável serem mais altos, investir sem a realização de uma análise criteriosa aumenta o perigo de uma escolha de investimento equivocada. Muitas pessoas compram ações sem saber se elas estão baratas, caras, se é o momento de comprá-las, qual o histórico de pagamento de dividendos, etc.
Embora algumas vezes isso possa dar certo, quando a escolha sem critério dá errado, o prejuízo ou a frustração podem ser grandes. Muitos investidores podem até mesmo desistir da bolsa de valores por não alcançarem suas expectativas — deixando boas alternativas de investimento para trás.
Assim, analisar uma ação — e a empresa que a emitiu — é importante para que você consiga fazer as melhores escolhas. Com ela, você terá condições de avaliar o potencial de rentabilidade, a segurança e outras características da companhia antes de investir.

O que é análise fundamentalista?

A análise fundamentalista é uma metodologia de estudo que procura entender a situação atual de uma empresa – bem como as possíveis previsões de seu desempenho no futuro. Isso é feito com a conferência dos fundamentos da companhia.
Logo, esse tipo de análise não avalia apenas um aspecto da empresa, como saber se ela é lucrativa ou não. Ao contrário disso, a análise fundamentalista é pautada na observação de uma variedade de elementos e informações importantes sobre a companhia analisada.
Através dela é possível ter uma ideia de qual negócio possui maiores condições de crescimento e solidificação no mercado, por exemplo. Com isso, você poderá escolher as ações das empresas que mais se enquadram no seu perfil de investidor e objetivos para o longo prazo.

Quais os principais indicadores para analisar uma ação?

Ao saber a importância de analisar uma ação antes de comprá-la – e saber que a análise fundamentalista pode ajudar você nesse caminho, é imperativo conhecer os principais indicadores para analisar uma ação.
Acompanhe alguns deles a partir de agora!

LPA

O lucro por ação (LPA) é um indicador da análise fundamentalista responsável por mostrar ao investidor o valor do lucro líquido de uma companhia em relação às ações emitidas. A fórmula do LPA é bem simples:
LPA = Lucro líquido / Quantidade de ações em circulação
Essas informações podem ser obtidas no demonstrativo de resultados da companhia ou em seu balanço patrimonial. Ao usá-lo, o investidor saberá se a empresa deu lucros ou prejuízos aos seus acionistas.

P/VPA

O preço sobre valor patrimonial por ação (P/VPA) analisa a cotação da ação em relação ao patrimônio tangível da empresa. Isto é, indica o quanto o preço do papel representa entre os ativos da companhia. Sua formula é:
P/VPA = Preço por ação / Valor patrimonial por ação
Caso o resultado dessa conta esteja próximo de 1, significa que seu preço é justo. No caso de estar abaixo de 1, indica que o preço está mais baixo do que efetivamente vale. Já casos em que o resultado é maior que 1, aponta que o preço da ação está alto.

DY

O dividend yield (DY) apresenta a relação entre os dividendos pagos no decorrer de um período de 12 meses e o preço da ação. Para saber essa informação o investidor precisa dividir os valores pagos a título de dividendo no ano pela cotação atual. Veja sua fórmula:
Dividend yield = Dividendos por ação / Cotação da ação × 100
O DY é importante para quem deseja analisar e escolher uma ação para receber renda passiva ao longo do tempo. Contudo, é preciso avaliar um histórico mais longo para ter segurança. Além disso, para interpretar o número você deve saber utilizá-lo em conjunto com outros indicadores.

ROE

O return on equity (ROE) – traduzido para retorno sobre o patrimônio líquido – é um indicador que mede a capacidade de uma companhia gerar lucros a partir de seus próprios recursos. O cálculo deve levar em conta um ano fiscal completo, possuindo a seguinte fórmula:
ROE = Lucro Líquido / Patrimônio Líquido x 100
Com isso, você terá a relação percentual entre o patrimônio acumulado da empresa e o lucro gerado. Levando-se em conta que o lucro é um dos fatores de bastante relevância para um investimento, por meio do ROE é possível identificar se o negócio é lucrativo ou não.

Margem líquida

A margem líquida é a porcentagem do lucro líquido da empresa em comparação à sua receita total, sendo um indicador que demonstra qual é o lucro líquido para cada unidade de venda da empresa. Com base na seguinte fórmula:
Margem líquida = Lucro líquido / Receita líquida de vendas x 100

Liquidez corrente

O indicador de liquidez corrente mede a capacidade da empresa de cumprir com suas obrigações no curto prazo. Ou seja, serve como referência para grande parte dos pagamentos, representando a saúde do caixa da empresa. Ele é calculado assim:
Liquidez corrente = Ativo circulante / Passivo circulante

ROI

O return on investment (ROI) – traduzido como retorno sobre o investimento – é um indicador que revela os retornos financeiros da empresa, tanto potenciais quanto passados. Além disso, ele pode mostrar o quanto um investidor ganhou ou perdeu em relação ao valor aplicado.
Veja o cálculo:
ROI = Ganho obtido – Investimento / Investimento
Como você viu existem diversos indicadores fundamentalistas para analisar uma ação. O ideal é utilizar diversos deles em conjunto.
Para investidores que não possuem tempo para fazer essa análise, é possível contar com uma carteira recomendada. E, se você tem dúvidas, pode buscar uma assessoria de investimentos.
Quer conhecer mais sobre os investimentos disponíveis no mercado e tomar boas decisões? Entre em contato com os assessores da Elev Investimentos!

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Come-cotas: o que é e como funciona a tributação dos fundos?

Se você pretende investir em fundos de investimento, fique atento ao come-cotas. Entenda agora sobre essa forma de recolhimento antecipado de IR!

Os fundos de investimento podem ser uma boa alternativa de investimento para diversos investidores. Além de auxiliar na diversificação do portfólio, eles contam com um gestor que administra os investimentos. Assim, há praticidade ao investir. Contudo, é preciso conhecer o come-cotas.
Nem todos os fundos de investimento contam com o come-cotas, mas quem investe nessa modalidade precisa conhecer o termo. Afinal, o Imposto de Renda pode incidir antecipadamente em parte dos fundos disponíveis no mercado.
Neste artigo você descobrirá o que é o come-cotas, como ele funciona e quais os fundos que sofrem a incidência dessa cobrança. Não deixe de acompanhar!

O que é o come-cotas?

Come-cotas é um termo dado ao recolhimento antecipado de Imposto de Renda em relação à rentabilidade de alguns fundos. Geralmente, sua aplicação está atrelada aos fundos de curto ou longo prazo.
O recolhimento de IR é antecipado como forma de assegurar o recebimento dessas quantias à Receita Federal. Isso porque não há como o fisco saber exatamente quando o investidor liquidará sua posição naquele investimento.

Como ele funciona?

O processo de recolhimento do come-cotas acontece duas vezes por ano – a primeira no final de maio e a segunda no final de novembro. O interessante é que o investidor não precisa fazer nada, uma vez que o imposto é retido automaticamente da fonte, sendo abatido das cotas que possui — como você entenderá mais adiante.
Em relação à alíquota de recolhimento, é preciso saber que ela depende do prazo do fundo. Quanto maior for o prazo, menor será a taxa do come-cotas.
Veja!

Fundo de curto prazo

Nos fundos classificados como de curto prazo, incide uma alíquota de Imposto de Renda de 22,5% para investimentos de até 180 dias, e 20% em aplicações que excedam os 180 dias. Contudo, o come-cotas é sempre cobrado pela menor alíquota: 20%.

Fundo de longo prazo

Nos fundos classificados como de longo prazo, a alíquota de IR respeita uma tabela regressiva:

  • 22,5% para investimentos de até 180 dias;
  • 20% entre 181 a 360 dias;
  • 17,5% entre 361 a 720 dias;
  • 15% para mais de 720 dias.

Nestes casos, a alíquota do come-cotas será de 15%.

Exemplo prático

Para entender como se dá a tributação dos fundos pelo come-cotas, vamos a um exemplo prático.
Imagine que, em abril, você tenha comprado 1.000 cotas a R$ 1,00 cada de um fundo de investimento que tem a incidência do come-cotas na alíquota de 20%. Agora, suponha que, em maio, cada cota esteja valendo R$ 1,50, e assim você teria R$ 1.500,00, mantendo as 1.000 cotas.
Ao virar o mês, você percebe que o número de cotas caiu para 933, e agora você possui cerca de R$ 1.400 investidos (933 x R$ 1,50). Isso se deu em razão do come-cotas, que consumiu 20% (R$ 100,00) da rentabilidade do seu investimento.
Então, embora você tenha mais dinheiro que no início, o número de cotas é menor. Agora faz mais sentido ele ser chamado de come-cotas, não é mesmo? A cobrança se dá pelo desconto nas cotas.

Quais os fundos de investimento sobre os quais incidem o come-cotas?

Ao chegar até aqui você já conheceu um pouco mais sobre o come-cotas e seu funcionamento. Que tal verificar quais são os fundos de investimento que contam com a incidência dele?
Confira!

Fundos de renda fixa

Os fundos de renda fixa são aqueles que contam com grande parte de seu patrimônio aplicado em títulos do Tesouro Nacional ou ativos de renda fixa. Por exemplo, debêntures, certificados de depósito bancário (CDBs), entre outros.

Fundo de crédito privado

Os fundos crédito privado investem a maior parte do patrimônio em títulos de crédito privado. Entre os títulos investidos encontram-se a LCI e LCA (letra de crédito imobiliário e do agronegócio) o CRI e CRA (certificados de recebíveis imobiliários e do agronegócio), além de debêntures.

Fundos multimercados

Os fundos multimercados são fundos que contam com uma flexibilidade maior de escolha entre ativos e derivativos. Com isso, ele pode investir em ações, câmbio, renda fixa, investimentos estrangeiros, contratos futuros, opções e assim por diante.

Fundos de ouro

Os fundos de ouro, tal qual se pode imaginar, tem grande parte do seu patrimônio investido em ouro ou em títulos que estão atrelados ao metal, ainda que indiretamente. Alguns deles também reservam parte do capital para o investimento em moedas internacionais.

Fundos cambiais

Os fundos cambiais contam com um portfólio direcionado às moedas estrangeiras, especialmente à moeda norte-americana e a europeia. Eles investem em ativos e derivativos que têm exposição cambial.

Fundos DI

Os fundos DI, são fundos de renda fixa que tentam reproduzir uma rentabilidade próxima a do CDI (Certificado de Deposito Interbancário). Para fazer isso, investem em ativos que possuem relação com à taxa Selic – que é a taxa básica da economia, muito próxima ao CDI.

Quais fundos de investimento são isentos de come-cotas?

Embora o come-cotas esteja presente em grande parte dos fundos de investimento, nem todos apresentam essa forma de cobrança. Por exemplo, os fundos de ações e fundos previdenciários possuem outra estratégia de pagamento de Imposto de Renda.
O mesmo acontece com os fundos imobiliários e fundos de índice, negociados na bolsa de valores. Nesse caso, o Imposto de Renda incide sobre o ganho de capital e também é pago de outra forma.

Quais as vantagens e desvantagens do come-cotas?

Entre as vantagens do come-cotas pode ser apontada a praticidade, pois, sua incidência se dá de forma automática. Enquanto isso, há operações de renda variável que exigem que o recolhimento de impostos seja feito pelo próprio investidor – que precisa calcular, preencher e pagar guias.
Assim, um eventual preenchimento incorreto ou recolhimento menor é capaz de fazer com que o investidor tenha problemas com o fisco e precise pagar multas. Então, investir em fundos de investimento que tenha a incidência do come-cotas fará com que você evite esse tipo de situação.
Entre as desvantagens, vale saber que o come-cotas reduz o potencial de rentabilidade do investimento. Como ele é cobrado a cada 6 meses, consome parte das cotas que poderiam contribuir para gerar mais rendimento ao longo do tempo.
Ao conhecer o come-cotas nos fundos de investimento você conseguirá tomar decisões mais acertadas na hora de investir. Contudo, ele não deve ser o único fator de decisão, uma vez que é preciso avaliar outras questões, como o seu perfil de investidor, objetivos, estratégias e taxas para escolher seus investimentos.
Você precisa de orientação para conhecer os investimentos disponíveis no mercado? Contate os assessores da Elev Investimentos. Nossa equipe está preparada para atendê-lo!

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6 Tipos de fundos de investimento para diversificar seu portfólio

Há diferentes tipos de fundos de investimento, voltados para perfis variados de investidor. Conheça 6 alternativas para diversificar sua carteira!

Quem investe certamente já ouviu a recomendação de que é interessante diversificar o portfólio e ter acesso a diferentes ativos. Nesse sentido, uma forma de alocar recursos com esse objetivo é aproveitar os tipos de fundos de investimento.
E nesse ponto podem surgir algumas dúvidas: afinal, qual fundo escolher? Quais as características das alternativas? Para qual perfil cada tipo é indicado? Para ter as respostas, o melhor caminho é buscar informação.
O objetivo deste artigo é ajudá-lo a saber mais sobre o tema. Continue a leitura e conheça 6 tipos de fundos de investimento, bem como as vantagens e desvantagens da modalidade!

Entenda o que são fundos de investimentos

Antes de conhecer os tipos de fundos de investimento, é importante entender o conceito geral. Trata-se de uma modalidade coletiva de investimento. Assim, você e outros investidores alocam capital no veículo a partir da aquisição de cotas.
Outro detalhe é que os fundos contam com a gestão de um gestor profissional. É ele quem aporta os recursos dos investidores, montando uma carteira de acordo com as estratégias e objetivos de cada tipo de fundo de investimento.
Desse modo, o investidor — chamado de cotista —não participa das decisões de investimentos. Ele se mantém exposto às decisões do gestor. Assim, o investidor pode ter lucro com a valorização das cotas ou, em certos fundos, com a distribuição de dividendos.

Descubra suas vantagens e desvantagens

Depois de entender o que caracteriza um fundo de investimento, você precisa conhecer as vantagens e desvantagens dessa modalidade.
Veja a seguir!

Vantagens

O primeiro ponto que desperta a atenção dos investidores está no fato de que a modalidade permite diversificar sua carteira de investimentos de forma simples. Um único fundo pode investir em diferentes ativos. Contudo, existem modalidades com estratégia de investimentos mais concentrada.
Assim, ao optar por um fundo diversificado, você pode aumentar o potencial de ganhos e equilibrar os riscos da carteira, diluindo possíveis perdas.
Outra vantagem é que as escolhas do portfólio são realizadas pelo gestor. Ou seja, o investidor não precisa ter a preocupação de analisar ativo por ativo para escolher o que mais atende às suas expectativas.
Por fim, há ainda o fácil acesso a muitos fundos e a ampla oferta de alternativas, com diferentes níveis de risco. Com isso, é possível encontrar opções adequadas para diferentes perfis de investidor e objetivos.

Desvantagens

Entre as desvantagens de alocar capital em um fundo de investimento está a falta de liberdade para escolher os ativos da carteira. Se você busca autonomia nessa decisão, pode não se sentir confortável com a atuação do gestor.
Além disso, há custos específicos nos fundos — como as taxas de administração e performance e, muitas vezes, a antecipação de imposto via come-cotas.

Conheça 6 tipos de fundos de investimento

Agora que você já acompanhou algumas informações sobre essa modalidade, que tal conhecer 6 tipos de fundos de investimentos disponíveis no mercado? Confira abaixo e saiba como diversificar seus investimentos com eles!

  1. Fundos de renda fixa

De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os fundos desse tipo devem investir a maior parte dos recursos em ativos de renda fixa. Dessa maneira, se apresenta, normalmente, como uma alternativa mais conservadora de investimento.
Um exemplo dessa categoria são os fundos DI, que tem a vantagem de oferecer liquidez diária. Eles podem ser voltados para quem preza pela segurança da renda fixa.
Mas é preciso saber que a proteção não será a mesma em todos os fundos. Assim, podem existir fundos de renda fixa com níveis maiores de risco — e também menor liquidez.

  1. Fundos de ações

Os recursos do fundo desse tipo são direcionados para ações de companhias, direitos de subscrição e outros elementos relacionados ao mercado acionário. As estratégias da gestão podem ser bem variadas, assim como o perfil de risco.
O gestor compõe o portfólio escolhendo ativos segundo seu potencial de ganho e riscos envolvidos. Dessa maneira, os fundos de ações são voltados para quem tem tolerância maior ao risco, como os investidores arrojados e moderados.

  1. Fundos multimercado

Nos fundos multimercados não há a necessidade de seguir um percentual de alocação dos recursos em ativos pré-determinados. Dessa maneira, é possível se expor a uma carteira composta por títulos de renda fixa, ações, outros fundos, câmbio etc.
Como se vê, as possibilidades de estratégias dessa modalidade permitem encontrar opções para diferentes perfis de investidores. Por esse motivo, ao escolher um fundo multimercado, é essencial pesquisar bastante sobre as características e objetivos do veículo de investimento.

  1. Fundos imobiliários

Os fundos de investimento imobiliário (FIIs) focam no mercado de imóveis, podendo investir em imóveis físicos (compra, venda e aluguéis), títulos de renda fixa do setor e cotas de outros FIIs. Esse é um investimento de renda variável, em que a compra e venda das cotas ocorre na bolsa de valores.
Assim, pode ser uma opção interessante para quem deseja investir no segmento imobiliário, mas não pretende comprar um imóvel. É possível lucrar com o potencial de rendimentos que o setor oferece de uma forma mais simples e, inclusive, receber dividendos. Contudo, fique atento aos riscos envolvidos.

  1. Fundos cambiais

Você sabia que existe um tipo de fundo de investimento que investe em moedas? Os fundos cambiais devem seguir a regra de investir a maior parte do portfólio em ativos atrelados a moedas estrangeiras.
No Brasil, os mais comuns são as modalidades relacionadas ao dólar e ao euro. Desse modo, quem escolhe essa alternativa pode diversificar a carteira com exposição internacional e proteger seu patrimônio da instabilidade cambial.

  1. Fundos de criptomoedas

Por fim, existem também fundos que permitem ao investidor expor seu capital indiretamente às criptomoedas, como o bitcoin. Essa é uma opção regulamentada no Brasil, em que você investe em fundos que se expõem a ativos, derivativos e veículos de investimento atrelados às moedas digitais.

Veja como escolher um fundo de investimento

Como foi possível perceber, há diferentes tipos de fundos, cujas estratégias estão diretamente ligadas à composição do portfólio. Além disso, cada fundo pode ter estratégias diferentes — mesmo que façam parte de um mesmo tipo. Então, como escolher a melhor alternativa para sua carteira?
É preciso avaliar seu perfil de investidor, a fim de descobrir o que faz mais sentido para você, considerando riscos, rentabilidade e liquidez. Ademais, não deixe de analisar a lâmina do fundo para ter informações completas e verificar se ele se encaixa nos seus interesses.
Neste artigo, você pode acompanhar 6 tipos de fundos de investimento disponíveis no mercado brasileiro. Como vimos, as alternativas são variadas e podem ajudar você a montar um portfólio diversificado. Mas, para fazer uma boa escolha, considere sempre seu perfil e objetivos financeiros!
Quer descobrir como investir em fundos de investimento? Entre em contato com a nossa equipe e conheça nossos serviços de assessoria personalizada!

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Descubra como montar uma carteira diversificada em 5 passos

Ter uma carteira diversificada é uma estratégia importante para os seus investimentos. Confira 5 passos para aplicar a diversificação em seu portfólio

Montar uma carteira diversificada é uma medida que ajuda a equilibrar os riscos e buscar um melhor desempenho para os seus investimentos. Além disso, a prática permite alinhar os aportes a diferentes objetivos e prazos, sempre considerando o seu perfil de investidor.
Mas você sabe como fazer isso? No momento de aplicar a estratégia, é normal que surjam dúvidas. Então vale a pena entender o que fazer e quais cuidados observar para montar um portfólio diversificado e que atenda às suas necessidades.
Continue a leitura e veja 5 passos para montar uma carteira de investimentos diversificada!

1. Conheça o seu perfil

O ponto de partida para diversificar a sua carteira é conhecer o seu perfil de investidor. Ele pode ser conservador, moderado e arrojado, conforme o seu nível de tolerância aos riscos.
A partir disso, será possível definir quais são as suas prioridades ao investir em relação à segurança e à rentabilidade. Essa informação também ajudará a definir a estratégia de alocação determinando qual será o percentual do capital destinado a cada tipo de investimento.
Por exemplo, um investidor arrojado pode ter grande exposição à renda variável, ao contrário de quem tem um perfil conservador.

2. Defina objetivos e prazos

A diversificação da carteira deve ser feita considerando os seus objetivos financeiros e os prazos estabelecidos. Desse modo, sempre que fizer um novo aporte, pense em qual é a finalidade do investimento.
Fazendo isso, você definirá se é possível se expor aos riscos, se há uma data em que os valores serão necessários e quais são os níveis de riscos que podem estar presentes. Logo, será mais fácil definir qual alternativa se encaixa melhor em cada objetivo.

3. Estude as opções do mercado

Se a ideia é escolher quais investimentos incluir em sua carteira, você precisa conhecer quais são as possibilidades, certo? Portanto, estude as alternativas do mercado para entender como funcionam, quais são os riscos envolvidos, o potencial de rentabilidade, os prazos e a liquidez.

4. Tenha atenção com a falsa diversificação

Uma carteira de investimentos bem diversificada deve conter diferentes tipos de investimento. Mas é importante ter atenção para que isso não gere uma falsa diversificação. O conceito se refere aos casos em que existem diversos ativos na carteira, mas eles estão expostos aos mesmos riscos.
Nessa situação, eles apresentarão movimentos semelhantes diante das oscilações do mercado, não trazendo o efeito esperado ao diversificar a carteira. Portanto, tenha cuidado para escolher alternativas que sejam descorrelacionadas.

5. Conte com uma assessoria

Por fim, para ter mais facilidade ao montar uma carteira diversificada, conte com uma assessoria de investimentos. O serviço proporciona o suporte de profissionais certificados, com conhecimento e experiência no mercado financeiro.
Dessa maneira, eles poderão apresentar os diferentes tipos de investimentos, conforme o seu perfil e objetivos, além de esclarecer todas as suas dúvidas. Logo, você terá mais segurança para tomar as suas decisões ao alocar os recursos financeiros.
Seguindo estes 5 passos, ficará mais fácil manter uma carteira diversificada e alinhada às suas necessidades. Assim, será possível adotar estratégias para reduzir os riscos e aumentar o potencial de rendimento dos seus aportes para conquistar os seus objetivos financeiros.

Precisa de suporte para conhecer as opções de investimentos para uma estratégia de diversificação? Entre em contato conosco e converse com um de nossos assessores!

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O que são títulos de dívida e como funcionam?

Você tem um perfil conservador ou busca investimentos de renda fixa? Já considerou investir em títulos de dívidas? Saiba como elas funcionam!

Apesar de não ser a opção mais vantajosa, muitos brasileiros ainda têm dinheiro guardado na caderneta de poupança. Contudo, a rentabilidade pode não ser satisfatória. E uma alternativa para aproveitar melhor seus recursos é investir em títulos de dívida.
Sejam títulos de dívida pública ou privada, esses investimentos podem ajudar a ter uma carteira de investimentos diversificada. Além disso, eles oferecem diferentes formas de rentabilidade e se adequam a todos os tipos de perfis.
Portanto, não perca as informações deste artigo. Nele, você conhecerá o que são os títulos de dívida e quais são os principais títulos disponíveis no mercado. Acompanhe!

O que são títulos de dívida?                                                              

O mercado financeiro conta com uma grande variedade de ativos. Entre os mais conhecidos estão as ações. No entanto, comprar papéis de empresas listadas em bolsa de valores demanda um risco maior — que nem todos estão dispostos a correr.
Logo, uma alternativa de investimento relacionado a empresas, para quem não quer se submeter aos riscos da renda variável, é investir em títulos de dívida corporativa. Muitas vezes, quando uma empresa precisa levantar recursos para custear suas operações, ela emite aplicações.
Quem compra um título de dívida se torna credor da companhia que o emitiu. Assim, a emissora consegue levantar o valor que precisa para financiar os seus projetos, ao passo que o investidor é remunerado por ter investido naquele título.
O interessante é o que Governo Federal também trabalha com a emissão de títulos de dívida. Quando o Governo pretende financiar uma obra, investir em infraestrutura, segurança, lazer etc., sem precisar aumentar impostos, ele faz emissão de títulos da dívida pública.
Em ambos os casos, as aplicações funcionam como um tipo de empréstimo. Isto é, na data de vencimento do contrato, o emissor do título devolverá a quantia que foi pega emprestada somada a uma taxa de juros, conforme o combinado.

Quais suas principais características?

Uma das principais características dos títulos de dívida é o fato de a lógica de remuneração ser conhecida. Por exemplo, em uma taxa fixa ou embasada no CDI (certificado de depósito interbancário), na taxa Selic, no IPCA (índice de preços ao consumidor amplo), entre outros.
Outra característica tem relação com o fato de que eles integram o mercado de renda fixa. Eles podem ser adquiridos junto à plataforma do Tesouro Direto (no caso dos títulos públicos) ou através de uma plataforma de investimentos (no caso dos títulos privados), na área logada do seu banco de investimentos.
Ademais, os riscos desses investimentos são mais baixos, principalmente dos títulos públicos. Afinal, o Governo dificilmente deixará de pagar seus credores, o que faz seus títulos os mais seguros do mercado.
Já os títulos privados contam com risco um pouco maior. Isso porque a empresa pode ter problemas em pagar seus credores em caso de crises ou problemas de outra ordem. Então, é interessante avaliar a saúde da companhia antes de adquirir seus títulos de dívida.

Quais são os principais títulos de dívida do mercado?

Como você viu, os títulos de dívida podem ser públicos ou privados. Conheça agora quais são os principais tipos disponíveis no mercado:

Tesouro Selic

O Tesouro Selic é um título de dívida pública pós-fixado que está atrelado à taxa Selic. O Copom (Comitê de Política Monetária) se reúne para atualizar essa taxa a cada 45 dias. Assim, a rentabilidade do Tesouro Selic pode variar ao longo do investimento.
A vantagem de investir no Tesouro Selic está relacionada ao seu rendimento diário — assim como a alta liquidez. Isso significa que, mesmo se você fizer o resgate antecipado, conseguirá aproveitar parte da rentabilidade do investimento.
Por suas características, a aplicação nesse título do Tesouro Nacional é bastante comum para o investidor que está montando uma reserva de emergência ou uma reserva de oportunidade. Além disso, também costuma atender a investidores de curto ou médio prazo.

Tesouro Prefixado

O Tesouro Prefixado é o título de dívida em que a taxa de remuneração é fixa e determinada no momento da contratação. Ou seja, o investidor terá condições de calcular de modo prático qual será o retorno do investimento.
No entanto, por ter uma taxa fixa o Tesouro Prefixado está mais exposto aos efeitos da chamada marcação de mercado. Isto é, caso o investidor precise resgatar o investimento de forma antecipada, ele receberá o quanto o título está valendo no mercado.
Em alguns casos, isso pode representar a perda da rentabilidade ou de parte do capital investido. Outro ponto de atenção é que o Tesouro Prefixado pode pagar juros semestrais ou somente no final do investimento. Então, saiba escolher aquele que mais atende às suas necessidades.

Tesouro IPCA+

O último dos títulos de dívida pública é o Tesouro IPCA+, que é um investimento híbrido. Parte de seu rendimento está atrelado ao IPCA, e a outra parte a uma taxa prefixada. Assim, o investidor poderá cobrir a variação da inflação e contar com um percentual de rendimento fixo.
Via de regra, isso significa que o valor investido sempre estará acima da inflação. Em relação ao rendimento, ele também pode ter cupons semestrais ou ser pago ao final do investimento.
Em geral, podem ser boas opções para investidores de médio ou longo prazo — já que o investimento está exposto também à marcação a mercado.

Debêntures

Semelhante ao funcionamento dos Títulos do Tesouro, as debêntures representam um título de dívida emitido por uma empresa para angariar recursos no mercado. O dinheiro arrecadado normalmente é usado para custear alguma operação ou a expansão da companhia.
Existem diversos tipos de debêntures. Na modalidade simples, aquele que a comprou recebe o capital investido mais os juros, na data de vencimento do título. Nas conversíveis, o investidor pode receber ações da companhia. Nas permutáveis, é possível receber ações de outra empresa.
A última modalidade de debenture é a incentivada. Geralmente, elas são emitidas para custear projetos de infraestrutura. Por isso, apresentam o benefício de isenção do IR (Imposto de Renda) em relação à rentabilidade.
Aprendeu o que são títulos de dívida? Agora você poderá investir com maior tranquilidade em Títulos do Tesouro e debêntures. No entanto não deixe de avaliar o seu perfil de investidor e os seus objetivos antes de escolher!
Quer entender melhor as alternativas de investimento do mercado? Conte com a assessoria da Elev Investimentos!

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Como começar a investir? Um breve guia para iniciantes

Saber como começar a investir e o que você deve considerar nessa hora é fundamental para alcançar seus objetivos. Confira nosso guia sobre o assunto!

O mundo dos investimentos está em constante crescimento e atrai um número cada vez maior de interessados. A propagação de informações e conhecimento sobre a área é uma das principais responsáveis. Por isso, é comum querer saber como começar a investir.
Você pode até não se dar conta, mas provavelmente já está investindo nesse momento. Isso porque a poupança é um exemplo bem comum de aporte nesse mercado. Apesar disso, ela é uma das alternativas menos recomendadas entre profissionais da área.
Quer saber como começar a investir para alcançar seus objetivos financeiros com mais eficiência? Então confira a seguir um breve guia sobre o assunto!
 

Tenha um bom planejamento financeiro


O primeiro passo para começar a investir é se planejar financeiramente. Isso requer um diagnóstico completo das suas finanças, um controle orçamentário e uma estratégia definida. Você precisa saber quanto ganha e gasta todo mês para fazer um planejamento.
Por isso, crie o hábito de anotar todos esses dados e verifique sua saúde financeira. Com essas informações, delimite uma estratégia de investimentos: quanto você pode aportar todo mês, o que será preciso para isso etc.
 

Monte uma reserva de emergência


A reserva de emergência é uma alocação fundamental para os investidores. Ela funciona como uma poupança para situações imprevisíveis. Dessa maneira, é recomendável que o montante guardado seja de aproximadamente 6 meses de gastos mensais normais.
Ela deve ser investida em uma aplicação segura e com alta liquidez. Afinal, você não pode correr riscos de perdas e também precisa convertê-lo rapidamente em dinheiro para conseguir suprir a emergência.
 

Defina seu perfil de investidor e objetivos


Outro ponto fundamental para começar a investir é definir seu perfil de investidor. Eles são divididos em conservadores, moderados e arrojados. Dessa forma, cada um conta com diferentes tolerâncias aos riscos atrelados aos investimentos.
Os objetivos financeiros também são muito importantes para começar a investir. Você deve sempre pautar suas decisões no que deseja alcançar com o valor investido. Então estabeleça metas concretas e defina prazos para elas.
 

Conheça as classes de investimentos


Para saber como começar a investir é preciso conhecer as classes de investimentos. Elas dividem-se em renda fixa e renda variável. A primeira funciona como títulos de dívida, em que o investidor empresta dinheiro ao emissor.
Assim, são definidas regras a respeito da rentabilidade — e elas serão conhecidas ao fazer o aporte. Já a renda variável possui diversos tipos de investimentos, mas a sua principal característica é a imprevisibilidade em relação à rentabilidade.
 

Conte com o auxílio de uma assessoria de investimentos


Por fim, o auxílio de uma assessoria de investimentos é uma boa ideia em todas as etapas. Esse é um serviço gratuito igualmente importante para quem quer aprender sobre o mercado financeiro e para investidores experientes.
Afinal, os assessores podem ajudar você a conhecer o perfil do investidor e tirar dúvidas sobre investimentos, auxiliando na tomada de decisão do investidor.
Agora você já sabe como começar a investir! Lembre-se de que esse processo é feito com tempo e disciplina. Dessa forma, planeje-se para metas de diferentes prazos e mantenha o foco em seus objetivos.
Está procurando uma assessoria de investimentos para ajudá-lo nessa caminhada? Então conte com a Elev!

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O que são fundos imobiliários? Descubra!

Descobrir o que são fundos imobiliários é o primeiro passo para decidir se vale a pena ter esse investimento em sua carteira. Apenda como os FIIs func

Você sabe o que são fundos imobiliários? Compor a carteira de investimentos exige conhecer as diversas alternativas disponíveis no mercado. Para quem se interessa pelo setor de imóveis, essa pode ser uma alternativa interessante.
No entanto, é necessário entender como funciona um fundo de investimento imobiliário, seus riscos e forma de tributação. Assim, você tem a chance de definir se eles fazem sentido para seu portfólio para tomar decisões sobre o investimento.
Na sequência, descubra o que são os fundos imobiliários e veja se eles podem ser uma escolha adequada para o seu portfólio!
 

O que são os fundos imobiliários?


Entre as diversas alternativas de investimento coletivo, aparecem os fundos de investimento imobiliário (FIIs). Eles são modalidades ou veículos que priorizam a alocação de recursos em ativos ligados ao mercado imobiliário.
Desse modo, o FII traz uma alternativa acessível para quem deseja investir no setor. Afinal, ele não exige tantos recursos financeiros quanto comprar um imóvel, por exemplo.

Como funciona o investimento em fundos imobiliários?

Além de entender o que são fundos imobiliários, é necessário compreender como é o seu funcionamento. De modo geral, eles seguem as características comuns aos fundos, como uma modalidade coletiva.
No entanto, os FIIs são do tipo fechado, diferentemente de outros fundos que podem ser abertos. Isso significa que os investidores fazem os aportes na estreia do fundo na bolsa de valores, adquirindo as cotas desejadas. Depois disso, em regra, as negociações acontecerão apenas no mercado secundário, exceto em caso de follow-on.
Os recursos obtidos são alocados por um gestor profissional em ativos que variam com a estratégia do fundo. Assim, os investidores não precisam se preocupar em tomar as decisões de aporte, já que o gestor fica responsável pela tarefa.
Em relação ao retorno, ele ocorre de duas formas principais. A primeira é com a venda das cotas por um preço maior que o preço de compra. Essa diferença entre os valores é o ganho de capital obtido com o investimento.
Porém, um dos diferenciais dos fundos imobiliários é que existem opções que contam com o pagamento de dividendos. No caso, parte dos lucros é distribuída proporcionalmente entre os investidores, de acordo com o volume de cotas que cada um possui.
A negociação das cotas dos FIIs é feita na bolsa de valores. Então você pode utilizar o home broker do seu banco de investimentos para ter acesso às alternativas disponíveis.
 

Quais são os tipos de fundos imobiliários?


Além das características que você já conhece sobre os FIIs, vale a pena saber que eles podem ser de três tipos diferentes: fundos de papel, fundos de tijolo ou fundos de fundos.
A principal diferença entre eles é o conjunto de ativos que recebe os investimentos. Conheça cada um:

  • fundos de tijolo: são os que priorizam o investimento em imóveis físicos, como lajes corporativas, galpões logísticos, shopping centers e mesmo empreendimentos residenciais;
  • fundos de papel: investem a maior parte dos recursos em títulos e certificados ligados ao mercado imobiliário, como letra de crédito imobiliário (LCI) e certificado de recebíveis imobiliários (CRI);
  • fundos de fundos: alocam os recursos principalmente na aquisição de cotas de outros fundos imobiliários.

Dentro dessa classificação, cada fundo pode adotar uma estratégia específica, com riscos maiores ou menores. Isso afeta o potencial de rendimentos e a segurança geral da alternativa.
 

Como é a tributação dos fundos imobiliários?


Agora que você conhece quais são as características dos rendimentos dos fundos imobiliários, é o momento de entender como eles são tributados. Nesse sentido, a cobrança de Imposto de Renda é a principal delas.
Para os dividendos, o Imposto de Renda (IR) é isento para as pessoas físicas sempre que o fundo contar com, no mínimo, 50 cotistas. Ainda, o FII deve contar com cotas negociadas exclusivamente na bolsa ou no mercado de balcão e o investidor não pode ter mais de 10% das cotas.
Porém, o ganho de capital, quando acontece a venda das cotas com lucro, é tributada. A alíquota incidente é de 20%, tanto para operações comuns quanto para day trade. O investidor deve emitir e pagar o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) para recolher o imposto.
O vencimento do DARF é o último dia do mês seguinte à data de realização da operação. Se o pagamento não ocorrer em dia, você será obrigado a arcar com juros e multa.
 

Quais são os custos envolvidos ao investir em FIIs?


Ao conhecer os FIIs, é possível que você tenha se interessado pela opção. Porém, antes de investir, é fundamental considerar quais são os custos atrelados. O valor mínimo do investimento é referente ao preço de uma cota, que varia conforme o fundo.
Em relação aos custos operacionais, o principal deles é a taxa de administração do fundo. Ela varia para cada gestora e cada FII, então é importante conferir a informação na lâmina do fundo.
Além disso, pode incidir taxa de performance. Essa é uma cobrança feita sobre o total do rendimento que supera um indicador de mercado usado como referência. Para completar, é possível haver custos com corretagem e, ainda, a incidência do Imposto de Renda sobre as vendas das cotas, conforme você viu.
 

Para quem os investimentos em FIIs são adequados?


Além de considerar as vantagens e os pontos de atenção dos FIIs, é essencial entender para quem os fundos imobiliários podem ser recomendados.
Por serem de renda variável e negociados na bolsa, eles trazem riscos. Portanto, costumam ser mais adequados a quem tem um perfil de investidor moderado ou arrojado. Entretanto, a carteira de FIIs pode ter diferentes níveis de risco, conforme a estratégia aplicada.
Além disso, esses fundos costumam fazer parte da carteira de quem deseja aproveitar oportunidades do mercado imobiliário — mas que não deseja ou não pode alocar uma grande quantia de uma só vez, principalmente na compra de um imóvel.
Como oferecem praticidade, podem ser interessantes também para quem não tem muito tempo ou conhecimento do mercado. Por fim, eles também podem ser úteis para diversificar a carteira, diluindo o risco e aumentando o potencial de ganhos.
 

Como uma assessoria de investimentos pode ajudar?


Com essas informações que trouxemos no post, você já conhece os principais pontos sobre o que são fundos imobiliários e como funcionam. Contudo, antes de definir qual caminho seguir é normal querer ter mais informações para fazer suas escolhas.
Ao contar com uma assessoria de investimentos, você pode contar com auxílio de uma equipe preparada para esclarecer dúvidas e mostrar pontos importantes sobre os FIIs e outros investimentos. Assim, você pode utilizar os conhecimentos obtidos para tomar decisões alinhadas às suas características.
Quer saber mais sobre como investir em fundos imobiliários e outras alternativas do mercado? Entre em contato conosco da Elev Investimentos e conheça nossos serviços!

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Como investir em ações? 8 Passos para começar!

Se você quiser participar da bolsa de valores, saber como investir em ações é essencial. Conheça 8 passos para aproveitar o mercado!

Além da renda fixa, os investimentos de renda variável podem fazer parte da sua estratégia de alocação. Entre as principais alternativas está o mercado acionário, com centenas de oportunidades disponíveis. Antes de aproveitá-las, entretanto, é preciso saber como investir em ações.
Muito além das questões operacionais, você deve entender como se planejar, como o investimento funciona e como tomar as decisões sobre o seu portfólio. A partir disso, é possível colocar sua estratégia em prática.
Na sequência, conheça 8 passos para começar a investir em ações e saiba como aproveitar essa oportunidade, caso esteja alinhada às suas necessidades.
Acompanhe!
 

1. Conheça seu perfil de investidor


Antes de fazer qualquer tipo de investimento é preciso saber quais riscos você está disposto a correr. Portanto, não comece a investir em ações sem identificar qual é o seu perfil de investidor.
Você poderá ser classificado entre conservador, moderado ou arrojado, indo do menor ao maior apetite ao risco. No geral, a compra de ações envolve um risco de moderado a alto, então é necessário avaliar se a alternativa está alinhada à sua tolerância a esse nível de risco.
 

2. Entenda seus objetivos financeiros


Outro passo essencial consiste em definir quais são os seus objetivos financeiros e, em especial, em relação ao investimento em ações. É nesse momento em que se define qual o patrimônio que deseja consolidar — e qual é o prazo dos seus investimentos.
Ao considerar adquirir ações da bolsa de valores você deve entender que, visando o manejo de risco, essa é uma alternativa de longo prazo. Logo, a ideia é manter os papéis por mais tempo na carteira para se expor menos à volatilidade.
É preciso dispor de um período maior para que as mudanças e melhorias nas empresas se consolidem e impactem positivamente nos preços das ações. Então, se o seu objetivo for obter lucro em pouco tempo, essa alternativa pode não ser a mais adequada.
 

3. Monte uma reserva de emergência


Ainda no planejamento, você deve cuidar do seu orçamento para que imprevistos não atrapalhem sua estratégia de investimento, que deve ser consistente. Por isso, é recomendado montar uma reserva de emergência.
Ela deve ser equivalente a 6 meses dos seus gastos médios, para que você possa se manter em caso de imprevistos. Para juntar o dinheiro necessário, elabore um planejamento financeiro robusto e que preveja a economia. Ao final, a reserva oferecerá mais tranquilidade e segurança para seus aportes.
 

4. Conheça as ações para saber como investir


Partindo para o investimento em ações, especificamente, é essencial saber como elas se caracterizam e como todo o processo funciona. As ações são a menor parte negociável do capital social da empresa e são disponibilizadas na bolsa de valores.
Ao comprar os papéis, você se torna acionista da companhia de capital aberto e passa a ter direito aos resultados. Como visto, o foco no investimento está no longo prazo, já que é preciso tempo para o investimento maturar. É diferente de quem deseja especular na bolsa — com maiores riscos.
O rendimento das ações pode decorrer de vendas lucrativas por um preço acima da compra ou por meio de proventos distribuídos. Entre eles, estão dividendos, juros sobre capital próprio (JCP), direitos de subscrição e outros.
Quanto aos riscos, o de mercado é o mais relevante. Ele se dá pelo fato de os preços das ações poderem flutuar significativamente, dependendo das condições de mercado. Quanto maior for a oscilação, maior será a volatilidade e menor será a segurança.
 

5. Saiba quais são os tipos de ações disponíveis


Após entender os conceitos gerais sobre investir em ações, é importante conhecer os tipos desses papéis e como eles se diferenciam. Há, por exemplo, as ações ordinárias (ON), que dão direito ao voto na tomada de decisão das empresas.
As ações preferenciais (PN) não têm direito ao voto, mas recebem prioridade no pagamento de dividendos. Já as units são como pacotes formados por uma proporção entre ações ordinárias e preferenciais.
Elas costumam ser negociadas com preços diferentes e também têm códigos de identificação distintos na bolsa. Por isso, é preciso tomar cuidado para selecionar a alternativa mais alinhada às suas necessidades.
 

6. Faça uma análise fundamentalista


Na hora de escolher quais ações receberão seu investimento para o longo prazo, vale a pena utilizar uma técnica conhecida como análise fundamentalista. Ela consiste em conhecer e avaliar os fundamentos do negócio, ou seja, quais são os pilares de sua atuação.
A ideia é fazer uma avaliação da saúde financeira atual, além de considerar as perspectivas para o futuro. Com isso, é viável selecionar empresas financeiramente saudáveis e que aparentam ser capazes de permanecerem no mercado.
Nessa análise, são utilizados balancetes e dados divulgados, além de outros indicadores fundamentalistas. Em geral, a avaliação é feita a partir de um conjunto de fatores, para que a visão acerca do negócio seja completa e mais precisa possível.
Também existe a chance de comparar os resultados de empresas de um mesmo setor. Assim, há como saber quais são as principais alternativas em cada segmento, por exemplo. E fazer uma escolha mais acertada.
 

7. Conte com uma boa instituição financeira


Com as informações que acompanhou até aqui, você já sabe como investir em ações. Porém, só será possível acessar as oportunidades disponíveis no mercado por meio de uma instituição financeira, como um banco de investimentos.
Portanto, é necessário abrir sua conta para poder negociar na bolsa. A partir disso, você poderá acessar o home broker da instituição e emitir as ordens de compra e venda de um determinado ativo. Logo, é fundamental aproveitar o apoio e a estrutura de uma boa instituição.
 

8. Tenha ajuda de uma assessoria de investimentos


Para não ter dificuldades de entender como investir em ações, faz sentido buscar ajuda profissional. Nesse caso, recorrer à assessoria de investimentos pode ser o melhor caminho para fazer escolhas de maneira mais informada.
Os assessores estão prontos para tirar suas dúvidas, apresentar oportunidades, explicar estratégias e ajudá-lo com as operações, se você solicitar. A decisão final e a realização do investimento continuam sob sua responsabilidade, mas haverá maiores informações para se basear.
Com as 8 dicas que trouxemos neste post, você já sabe como investir em ações e aproveitar esses ativos. Antes de escolher, no entanto, não esqueça de avaliar se os aportes fazem sentido para seu perfil de investidor e objetivos!

Se quiser contar com profissionais qualificados e que podem ajudá-lo a dar os primeiros passos na bolsa de valores, entre em contato conosco da Elev Investimentos!

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Tesouro Direto: o que é, como funciona e como investir

Após aprender o que é Tesouro Direto, você poderá aproveitar melhor as oportunidades trazidas pelos títulos públicos do Tesouro Nacional. Confira!

Tornar-se credor do Governo Federal é uma das alternativas de investimento na renda fixa. Para aproveitar a oportunidade, entretanto, é preciso descobrir o que é Tesouro Direto e como isso se relaciona com os títulos públicos.
Desse modo, você conseguirá compreender como é o rendimento desses títulos, quando são os mais indicados para o seu caso e quais são os pontos de atenção. Com as informações, torna-se possível definir se essa é uma possibilidade adequada para a sua carteira e para as suas características.
Para saber tudo sobre a alternativa de renda fixa, veja o que é o Tesouro Direto e conheça o investimento em títulos públicos!
 

Afinal, o que é Tesouro Direto?


Para começar a entender o Tesouro Direto é importante saber que existe uma confusão no conceito. Muitas pessoas pensam que ele é um investimento propriamente dito. Porém, o Tesouro Direto é a plataforma criada para que pessoas físicas começassem a investir em títulos do Tesouro Nacional.
Ou seja, não é possível ter o Tesouro Direto, enquanto investimento, em uma carteira. O que se adquire é um título público, negociado nessa ferramenta que ajudou a viabilizar e popularizar esse tipo de investimento.
Em alguns casos, o termo “Tesouro Direto” é usado com sinônimo da aplicação financeira, para simplificar o entendimento dos novos investidores. Mas pode causar confusão — e é importante esclarecer essa questão.


Como funciona o investimento em títulos do Tesouro Direto?


Agora que você sabe o que é o Tesouro Direto, é preciso conhecer os títulos que são negociados nele. Tais títulos públicos são emitidos pelo Tesouro Nacional e funcionam como dívidas do Governo Federal — por isso, são considerados muito seguros.
O investidor que adquire os títulos está financiando o Governo. Como os títulos do Tesouro Direto compõem um investimento de renda fixa, quem aplica os recursos recebe o montante investidor mais um rendimento.
Em relação à tributação, as aplicações são tributadas pela tabela regressiva do Imposto de Renda. O valor se torna menor com o tempo de investimento, até um limite de 15%.
Veja as alíquotas em relação ao prazo de alocação:

  • até 180 dias: 22,5%;
  • de 181 a 360 dias: 20%;
  • de 361 a 720 dias: 17,5%;
  • acima de 720 dias: 15%.

 

Quais são os tipos de títulos do Tesouro?


Embora o funcionamento de todos os títulos públicos do Tesouro Nacional siga as características que você acabou de conferir, o rendimento varia segundo o tipo.
Veja quais são os títulos negociados e entenda como os ganhos são obtidos em cada uma das alternativas!
 

Tesouro Prefixado


No Tesouro Prefixado, há o investimento em uma taxa já conhecida, o que permite saber o quanto será recebido ao final.
Porém, para que o pagamento seja cumprido conforme o acordado é preciso levar o título até o vencimento. Ao vendê-lo antecipadamente, ele estará sujeito às condições de mercado.
 

Tesouro Selic


Ao contrário do Tesouro Prefixado, o Tesouro Selic é conhecido por ter uma taxa de juros pós-fixada. Ou seja, que rende de acordo com um indicador. Ele utiliza a Selic, que é a taxa básica de juros da economia — e pode ser modificada frequentemente pelo Comitê de Política Nacional (Copom).
 

Tesouro IPCA+


Já o Tesouro IPCA+ tem um rendimento do tipo híbrido. Parte do retorno está atrelada a uma taxa de juros prefixada. Já a outra varia com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é o indicador oficial de inflação da economia brasileira.
Assim, esse título mantém o poder de compra ao longo do tempo, pois tem rentabilidade real acima da inflação. Tanto ele quanto o Tesouro Prefixado apresentam opções de rendimento no vencimento ou de recebimento de juros semestrais.
 

Para quem os títulos públicos podem ser indicados?


Como você viu, os títulos do Tesouro apresentam aspectos variados e, por isso, podem compor a carteira de investidores com diversas características.
Afinal, apesar de estarem mais alinhados às características dos investidores conservadores, por serem os títulos mais seguros, também podem interessar a moderados e arrojados que desejam diversificar a carteira, a depender dos objetivos.
O Tesouro Prefixado, por exemplo, pode fazer mais sentido em momentos de queda da taxa de juros. Ao levá-lo até o vencimento, há chances de obter um rendimento superior ao que é oferecido pela Selic.
Já o Tesouro Selic pode fazer parte do portfólio de quem deseja alocar a reserva de emergência. Por ter liquidez diária sem risco de valer menos pela marcação a mercado, é possível acessar os recursos sempre que precisar — e com um rendimento superior ao da poupança.
Por sua vez, o Tesouro IPCA+ pode ser interessante para quem está disposto a fazer um investimento de longo prazo. Ele pode ser útil para quem planeja a aposentadoria ou por quem deseja viver de renda, no caso da modalidade com pagamento de juros semestrais.
 

Como investir nesses títulos?


Até aqui, você descobriu que o Tesouro Direto é o ambiente para quem deseja investir em títulos do Tesouro Nacional. Contudo, não basta acessar essa plataforma para escolher os títulos desejados e alocar os recursos.
Veja o que fazer!
 

Identifique seu perfil de investidor


Para fazer o investimento é preciso, em primeiro lugar, identificar seu perfil de investidor. Mesmo sendo uma alternativa de renda fixa, é interessante saber qual é sua tolerância ao risco e, considerando o momento, o que faz mais sentido para você.
 

Conheça seus objetivos financeiros


Em seguida, é necessário pensar nos seus objetivos financeiros. Avalie os prazos dos títulos públicos, as regras de rendimento e quais são suas expectativas quanto ao uso e ao resgate. Dessa forma, é possível escolher o tipo mais alinhado com suas características.
 

Busque uma instituição financeira


Após essas etapas de planejamento, é preciso ter conta em uma instituição financeira, como um banco de investimento. Por meio dela, você poderá acessar os títulos públicos e realizar a alocação financeira.
 

Tenha apoio profissional


Para conhecer melhor cada alternativa e tomar uma decisão mais sólida, também faz sentido buscar um escritório de assessoria. Os assessores de investimento poderão apresentar as oportunidades e tirar dúvidas, sendo sempre sua a decisão final.
Agora que você aprendeu o que é Tesouro Direto e como funcionam os títulos públicos, é possível realizar esse investimento de acordo com seus objetivos. Assim, você poderá explorar uma das principais oportunidades da renda fixa!
Precisa de ajuda para conhecer melhor esse tipo de investimento? Entre em contato conosco da Elev Investimentos e saiba mais sobre nosso serviço de assessoria!