Investir 2022

Com a alta da inflação: Saiba como investir em 2022

Com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — que mede a inflação oficial do Brasil — fechado em 10,06% em 2021, segundo divulgação IBGE, pensar em formas seguras de como investir em 2022 passou a ser uma tática amplamente utilizada para quem busca proteger o seu capital. 

De antemão, é preciso ter em mente que a inflação é essencial para o planejamento financeiro, pois ajuda investidores a entenderem suas aplicações sendo usada não só como base de diversos investimentos, mas também como índice a qual investimentos são atrelados, garantindo a manutenção do poder de compra.

Então, se seus rendimentos têm variação abaixo da variação do IPCA, consequentemente ocorrerá a redução do poder de compra, por isso, é importante levar em consideração a proteção da inflação.

Nesse cenário, se o seu perfil de investidor é conservador ou moderado, é importante conhecer as opções de investimentos que podem te ajudar a superar a inflação, principalmente no longo prazo, onde há maior incerteza sobre o movimento dos preços.

Ativos com exposição direta à inflação

Quando falamos em investimentos mediante as altas no IPCA, é necessário que a rentabilidade final supere não só o CDI, mas, principalmente, a inflação a longo prazo. Logo, muitos investidores estão procurando ativos com exposição direta à inflação, como, por exemplo:

Tesouro IPCA+: são títulos do Tesouro cujo rendimento é atrelado ao IPCA mais uma taxa de juros prefixada. Funcionam como um título híbrido, com uma parte da rentabilidade prefixada e outra pós-fixada.

Tesouro Prefixado: são aqueles que têm taxa de juros fixa. É o investimento ideal para quem quer saber exatamente o valor que receberá ao final da aplicação, no vencimento do título.

Tesouro SELIC: são títulos pós-fixados que possuem rentabilidade atrelada à Taxa Selic. A Taxa Selic é a taxa básica de juros da economia. É o investimento ideal para quem quer começar a investir no Tesouro Direto.


Diversificação da Carteira de investimentos

Quando o investidor interpreta a diversificação como pilar estratégico de uma boa carteira, é importante que ele conheça as diversas opções de produtos de investimentos. Sendo assim, algumas das mais relevantes opções disponíveis que trazem a possibilidade de exposição direta à inflação, além de outras vantagens, são os fundos de renda fixa de inflação:

CDB é o Certificado de Depósito Bancário: trata-se de um título de renda fixa emitido por bancos para captar recursos e financiar suas atividades. Ou seja, o investidor empresta dinheiro à instituição financeira e recebe, após o período de aplicação, a quantia aplicada mais o juro acordado no momento do investimento.

LCA é a Letra de Crédito do Agronegócio: é bem parecida com a opção anterior (em que o investidor empresta dinheiro ao banco), mas se diferencia apenas quanto à captação, que é direcionada para financiar as atividades do agronegócio.

LCI trata-se da Letra de Crédito Imobiliário: também parecida com a LCA, é um investimento de renda fixa emitido visando captar recursos financeiros para destiná-los à empréstimos para o setor imobiliário. 

Além disso, existem também os produtos de dívida corporativa, como:

Debêntures nada mais é do que um título de crédito representativo de um empréstimo que uma companhia — desde que não seja financeira — realiza junto a terceiros.

CRI são Certificados de Recebíveis Imobiliários, títulos de crédito de emissão exclusiva das securitizadoras imobiliárias, ou seja, promessas de pagamento. 

CRA são Certificados de Recebíveis do Agronegócio que, assim como nos CRI`s, são utilizados para antecipar os recebimentos de empresas que emitem crédito.

 

Interessado em investir em títulos públicos federais, mas ainda com dúvidas? Converse com seu assessor Elev Investimentos, ele o ajudará a encontrar os melhores papéis para seu perfil de investidor, fundamental na tomada de decisão.

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O que esperar para a bolsa em 2022?

O Raio-XP da Bolsa, elaborado por um time de experts da XP Investimentos, detalhou os principais acontecimentos do mês de dezembro de 2021 e nós da Elev Investimentos resolvemos compartilhar esse conteúdo super interessante para você entender o que esperar para a bolsa em 2022, com a forte alta das taxas de juros de mercado.

Neste conteúdo, iremos trazer um panorama da bolsa brasileira para 2022 de acordo com o relatório colaborativo feito pelo time de Estratégia da Research XP e de cada um dos setores principais da Bolsa. Confira!

No Raio-XP da Bolsa você verá: 

Juros: 

Em suma, espera-se um ano desafiador do lado macroeconômico, com desaceleração do crescimento, inflação ainda elevada e a taxa de juros Selic chegando em 11% ou mais. O Brasil permanece com uma dívida elevada (83% do PIB), e a trajetória dessa dívida adiante será um dos grandes debates para o país durante o próximo cenário eleitoral, como apontam os analistas. 

Eleições:

Quando o assunto são as eleições, a análise traz um estudo sobre o impacto das eleições na Bolsa historicamente. De acordo com ela, nos retornos, não há nenhum padrão claro. Mas uma característica parece ser comum, a de ser um ano com volatilidade maior que o normal.

Bolsa brasileira atualmente: 

Se tratando do assunto principal que é a Bolsa brasileira, é fato que ela continua barata, em quaisquer métricas que mensuramos (Preço/Lucro, excluindo commodities, em relação à Renda Fixa e no relativo contra outras Bolsas). Isso por si só não garante retornos positivos, mas para o investidor com paciência e visão de longo prazo, esses momentos de turbulência tendem a ser os melhores para investir, segundo Fernando Ferreira, estrategista chefe da XP Research.

3 principais investimentos da XP na Bolsa:

Agora, quanto aos 3 três temas principais de investimentos na Bolsa, a XP manteve suas âncoras:

1) Commodities, por serem uma boa proteção em relação à inflação e ao Dólar alto.

2) Histórias com crescimento secular, que dependem menos do Macro mais desafiador.

3) Oportunidades específicas, de ações de qualidade que caíram demais recentemente.

Preço-alvo Ibovespa:

O relatório mostra ainda a atualização do preço-alvo da XP para o Ibovespa. Para o final de 2022, o cenário base é de 123.000 pontos. No cenário pessimista, vemos o índice em 93.000 pontos, e no cenário otimista em 145.000. Foram utilizadas três metodologias de cálculo para chegar no valor justo: Preço/Lucro projetado, EV/EBITDA projetado e Fluxo de Caixa Descontado.

Mercado de Ações:

Por fim, para as ações brasileiras, a principal preocupação para os investidores para o ano que vem deverão ser as incertezas trazidas pelas eleições. Para entender o que podemos esperar em 2022, a XP fez um estudo de como os mercados se comportaram em ciclos eleitorais anteriores.


Em resumo, a conclusão do time de experts do Research XP foi a de que não há uma regra clara quanto aos retornos ou volatilidade nos mercados durante os anos eleitorais, como é o caso de 2022. Porém, mesmo com o futuro incerto, os especialistas apontam que podemos nos preparar para ele.

Acesse o relatório completo aqui!

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5 motivos para investir em renda fixa em 2022

Porquê o investimento em renda fixa vai compensar em 2022?

Em 2021, a taxa básica de juros Selic começou em 2% ao ano e deve caminhar até 11,5% em 2022, fechando o ano em 11%, um dos recordes de alta, de acordo com estimativas da Research XP. A justificativa desses aumentos recorrentes parte de um esforço do Banco Central para controlar uma inflação alta e persistente e garantir maior estabilidade da economia nacional.

Mas a dúvida que realmente fica, tanto para os investidores mais experientes ou aqueles que ainda estão entrando no mundo dos investimentos é: será que vai valer a pena investir em renda fixa em 2022 mesmo com escalada dos juros?

Para ajudar você a entender a importância da renda fixa, preparamos este artigo que irá explicar desde as vantagens até os 5 motivos para investir em renda fixa em 2022. Continue sua leitura e saiba mais!

 

O que é renda fixa?

Sobretudo, é preciso saber que renda fixa nada mais é do que títulos de dívidas criados por emissores que desejam captar recursos. Os investidores fornecem o dinheiro pela aplicação e, em troca, recebem um retorno com condições acordadas previamente.

Portanto, seu funcionamento envolve mais previsibilidade sobre os resultados que podem ser alcançados. Os títulos e certificados dessa classe podem apresentar as seguintes categorias de rentabilidade:

  • – prefixada: é definida por uma taxa de juros fixa, conhecida no momento em que ocorre o investimento;
    • Ex: CDB Banco XYZ 14% 2023 – Isso quer dizer que o investidor terá 14% ao ano até 2023, independente da variação da taxa Selic ou do IPCA.
  • – pós-fixada: depende da variação de um indicador de mercado, como a taxa Selic ou o Certificado de Depósitos Interbancários (CDI);
    • CDB Banco XYZ 125% CDI 2023 – Isso quer dizer que o investidor terá 125% do CDI. Como comparação, no cenário atual a poupança rende em média 0,50% por mês (próximo de 6,17% ao ano) se a taxa Selic permanecer a 9,25% durante todo o ano. Nesse exemplo, 125% do CDI corresponde a 11,56% ao ano.
  • – híbrida: é composta por uma taxa de juros fixa mais o acompanhamento de um indicador, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
    • CDB Banco XYZ IPCA+5,45% 2023 – Isso quer dizer que o investidor terá a remuneração da variação do IPCA (inflação) + uma taxa pré fixada (os 5,45%).

Eles podem ter vencimento no curto, médio ou longo prazo. Assim, a escolha do investidor deve considerar também essa característica acerca das alternativas disponíveis.

Observação importante: Para ambos investimentos, é necessário permanecer até a data de vencimento do título. Outro detalhe a ser observado é o fato de que estamos considerando o rendimento bruto.

 

Conheça agora os 5 principais motivos para investir nesta classe de investimentos.

1. Rende mais que a poupança

A rentabilidade da caderneta de poupança varia conforme a taxa Selic. Quando ela é superior a 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR) — que está em 0% desde 2017.

Quando a Selic é igual ou menor a 8,5%, a poupança tem um rendimento de 70% da taxa, acrescido da TR. Por isso, a queda na Selic afeta diretamente a rentabilidade da caderneta, que passa a pagar menos.

Em renda fixa, é fácil encontrar produtos que oferecem rentabilidades maiores do que a poupança — como os títulos do Tesouro, CDB, LCI, LCA, CRI, CRA, entre outros. Além disso, alguns dos investimentos têm rentabilidade diária — o que aumenta o poder dos juros sobre o montante acumulado.

Na poupança, por outro lado, o dinheiro rende apenas uma vez ao mês. Se você retirar o valor depositado antes da data em que os juros entrarão, não vai receber nenhum rendimento.

 

2. Tem alta liquidez e segurança

Um investimento com liquidez diária permite que você resgate o dinheiro quando quiser. Com isso, em pouco tempo, o valor poderá voltar para a sua conta caso seja necessário. Nesse sentido, a renda fixa oferece muitas oportunidades.

É possível encontrar investimentos com liquidez bastante elevada, como acontece com alguns Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e com o Tesouro Selic, por exemplo. Nestes casos, o seu dinheiro fica livre para você resgatá-lo quando precisar.

Outro ponto importante é que, em geral, as aplicações de renda fixa são muito seguras. A maior parte dos produtos é protegida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Se o banco em que você aplica falir, o fundo garante o reembolso de até R$250 mil por CPF por instituição financeira, até um limite global de R$ 1 milhão renovável a cada 4 anos.

E, embora não tenham a proteção do FGC, vale destacar que os títulos do Tesouro são os investimentos considerados livres de risco (risk-free). Afinal, eles contam com a garantia do Governo Federal.

 

3. Adequada a objetivos de curto e médio prazo

Você já tem uma reserva de emergência? Em momentos de crises financeiras ou adversidades, é comum precisar recorrer às suas economias. Por isso, é fundamental ter dinheiro aplicado em um investimento seguro e com alta liquidez.

Nesse sentido, investir em renda fixa pode ser a melhor maneira de proteger o seu patrimônio quando o objetivo não é necessariamente ter alta rentabilidade. É importante que a sua reserva de emergência tenha, em média, seis vezes o valor que você gasta mensalmente com despesas fixas.

Por esse motivo, a renda fixa será sempre importante tanto para quem está construindo patrimônio quanto para quem já tem um bom portfólio de investimentos. Qualquer tipo de investidor que tenha objetivos de curto e médio prazo que exigem maior segurança, portanto, pode contar com esses títulos.

 

4. É simples de aplicar

Quem começa a investir no mercado financeiro costuma ficar confuso com tantos termos e possibilidades do mercado. Mas não é necessário ter tanto medo de se aventurar pelas oportunidades da renda fixa. Existem muitas opções de títulos simples de entender e de aplicar.

Nas opções prefixadas, por exemplo, você sempre saberá exatamente quanto receberá no final do prazo estabelecido. Portanto, de maneira geral, investir na renda fixa pode ser uma alternativa interessante para quem busca por previsibilidade e simplicidade.

E, após conhecer melhor as taxas de juros e as variações da inflação, existem outros caminhos para seguir. Uma opção é passar para investimentos pós-fixados. Assim, é possível adquirir novos títulos e diversificar a sua carteira.

São muitas as opções prefixadas, pós-fixadas e híbridas disponíveis na renda fixa. Tanto entre títulos públicos quanto títulos privados.

 

5. Permite diversificar a carteira

A renda fixa e variável diferem em diversos fatores. Até mesmo investidores que toleram riscos maiores e já investem em ações ou em fundos de investimentos de maior risco, por exemplo, podem manter a renda fixa na carteira, mesmo que em menores proporções.

Esse tipo de aplicação ajuda a amenizar os riscos de investimentos mais arrojados e oferece segurança para objetivos mais próximos. Por isso, é sempre importante manter um portfólio diversificado e não colocar todo o seu dinheiro em risco.

Após acompanhar os 5 motivos para investir em renda fixa em 2022 ficou mais fácil perceber que a renda fixa é uma boa escolha, certo? Lembre-se que é sempre importante respeitar seus objetivos, não importa seu perfil de investidor.

Por isso, na hora de compor o seu portfólio, não deixe de considerar as informações que trouxemos no artigo! Em caso de dúvidas sobre as melhores opções de investimento na renda fixa para a sua carteira, não deixe de entrar em contato conosco!

 

Gostou do artigo? Leia também Renda Fixa e Renda Variável: Você conhece as principais diferenças entre as classes?

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Conheça os benefícios de uma boa Previdência Privada

Neste post você aprenderá três benefícios de uma boa previdência privada e o quanto você pode acumular investindo regularmente.

  1. ACUMULAÇÃO DE PATRIMONIO PARA APOSENTAR COM MAIS TRANQUILIDADE

A Previdência Privada é uma maneira simples de começar a investir, além de ser um excelente instrumento quando se pensa em aposentadoria.

O plano de Previdência passa por duas etapas: acumulação de capital e resgate, e nesse último, o investidor decide como irá resgatar o montante acumulado e complementar sua renda. O investidor se beneficia do efeito dos juros compostos ao seu favor!

  1. BENEFÍCIOS FISCAIS E TRIBUTÁRIOS PARA INVESTIDORES

Com a Previdência Privada é possível atingir uma alíquota de IR de apenas 10% ao resgatar o investimento na tabela regressiva. Para isso, é necessário que o investidor mantenha as aplicações por 10 anos antes de resgatá-las.

E para os investidores que declaram seu IR pelo modelo completo, pode se beneficiar de uma economia em impostos com o plano de Previdência PGBL, onde é possível deduzir até 12% sobre a base de cálculo IR.

  1. PLANEJAMENTO DE SUCESSÃO PATRIMONIAL.

Ao aderir uma Previdência você pode informar os beneficiários diretamente no seu plano, e por não passar em inventário (na maioria dos estados brasileiros), a Previdência agiliza o processo de transmissão de bens aos beneficiários e herdeiros, evitando a demora, os custos da tramitação de um inventário e as despesas tributárias.

Cuidar do seu futuro é um assunto muito sério. Tenha o melhor profissional para lhe orientar nessa escolha e apresentar as melhore opções disponíveis no mercado financeiro.

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VEJA O QUANTO VOCE PODE ACUMULAR INVESTINDO REGULARMENTE EM UMA BOA PREVIDENCIA PRIVADA:

Se você investir R$ 1.000,00 de maneira recorrente, ao final de 25 anos você terá acumulado:

R$ 1.878.846,62

Simulação levando em consideração uma taxa de 12% a.a

previdencia privada

Entre em contato conosco da Elev Investimentos e ELEV sua aposentadoria!

Análise feita pela assessora Gizely Varjão

Renda fixa e renda variável

Renda Fixa e Renda Variável: Você conhece as principais diferenças entre as classes?

Para facilitar a avaliação de quem aloca os recursos, vale saber que os investimentos são divididos em duas grandes classes: renda fixa e renda variável. Essas são duas alternativas bem diferentes entre si e que, por isso, entregam resultados distintos para a carteira.

Antes de decidir para onde vai seu dinheiro, é essencial conhecer cada classe e entender seu funcionamento. Assim, você saberá qual caminho está mais alinhado às suas características e pode ajudá-lo na conquista dos objetivos financeiros.

Quer saber como a renda fixa e a variável se diferenciam? Continue a leitura e confira quais são as principais características e diferenças entre elas! 

O que é a renda fixa e como ela funciona?

Para começar a compreender as classes de investimentos, é preciso descobrir a renda fixa. Ela é caracterizada por ter regras definidas de remuneração, as quais são conhecidas pelo investidor antes da tomada de decisão.

Em geral, os investimentos de renda fixa são títulos de dívidas criados por emissores que desejam captar recursos. Os investidores fornecem o dinheiro pela aplicação e, em troca, recebem um retorno com condições acordadas previamente.

Portanto, seu funcionamento envolve mais previsibilidade sobre os resultados que podem ser alcançados. Os títulos e certificados dessa classe podem apresentar os seguintes tipos de rentabilidade:

  • prefixada: é definida por uma taxa de juros fixa, que é conhecida no momento em que ocorre o investimento;
  • pós-fixada: depende da variação de um indicador de mercado, como a taxa Selic ou o Certificado de Depósitos Interbancários (CDI);
  • híbrida: é composta por uma taxa de juros fixa mais o acompanhamento de um indicador, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Eles podem ter vencimento no curto, médio ou longo prazo. Assim, a escolha do investidor deve considerar também essa característica acerca das alternativas disponíveis.

Principais títulos de renda fixa

Entre os investimentos que fazem parte da renda fixa, estão os títulos públicos oferecidos pela plataforma Tesouro Direto e os títulos privados. Veja algumas alternativas:

  • Tesouro prefixado;
  • Tesouro Selic;
  • Tesouro IPCA+;
  • Certificado de depósitos bancários (CDB);
  • Letra de crédito imobiliário (LCI);
  • Letra de crédito do agronegócio (LCA);
  • Debêntures;
  • Certificado de recebíveis imobiliários (CRI);
  • Certificado de recebíveis do agronegócio (CRA), entre outros. 

O que é a renda variável e como ela funciona?

Ao contrário do que acontece com a renda fixa, a renda variável não permite que se conheça o retorno antecipadamente. Ela não tem regras nesse sentido, já que está exposta a uma volatilidade maior.

Normalmente, o investimento de renda variável tem o seu valor atrelado a condições do setor específico e do mercado financeiro como um todo. Com isso, os preços podem variar bastante, gerando ganhos ou perdas para os investidores.

Muitos tipos de investimento de renda variável são negociados na bolsa de valores. Porém, alguns estão disponíveis diretamente com o banco de investimentos — por meio da plataforma da instituição.

Vale destacar que, em geral, as alternativas de renda variável têm foco no longo prazo. Afinal, o tempo de maturação do investimento tende a diluir parte dos riscos envolvidos.

Principais alternativas de renda variável

Para investir em renda variável, há diversas alternativas disponíveis para o investidor. Entre elas, existem:

  • Ações;
  • Fundos de investimento imobiliário (FII);
  • Fundos de índice (ETF);
  • Fundos de ações;
  • Fundos cambiais;
  • Fundos de ouro;
  • Fundos multimercados;
  • Certificados de depósitos em valores mobiliários (BDR), entre outros.

Quais são as diferenças entre renda fixa e renda variável?

Como você pôde notar, renda fixa e renda variável possuem características marcantes que as distinguem. Para quem investe, é importante entender claramente as diferenças entre elas, para saber em qual investir — dependendo dos próprios interesses e objetivos.

Confira!

Previsibilidade

A primeira questão envolve a previsibilidade do retorno. Com um investimento de renda fixa, é possível saber o quanto receberá ou quais são as regras do rendimento. Com a renda variável, por outro lado, isso não é viável.

Risco 

Em relação à segurança, a renda fixa apresenta menor risco de modo geral. Além disso, alguns investimentos oferecem garantias. Por exemplo, a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O limite é de R$ 250 mil por CPF e instituição, com um teto de R$ 1 milhão renovável a cada 4 anos. 

Na renda variável, isso não existe e o desempenho está atrelado ao comportamento do mercado. Se o cenário for desfavorável, pode ser que você perca dinheiro. As oscilações também estão presentes e dão origem à chamada volatilidade.

Potencial de ganhos

Como você viu, a união entre previsibilidade e segurança faz com que a renda fixa apresente menos riscos. Porém, é exatamente por causa disso que a renda variável traz maior potencial de ganhos — o que pode ser considerado para a sua tomada de decisão.

Liquidez

Em relação à liquidez, há investimentos da renda fixa que têm liquidez diária ou prazo específico para vencimento — sendo possível a negociação no mercado secundário. Na renda variável, a liquidez depende do volume de negociação do ativo no mercado — ou, em caso dos fundos, das regras de resgate.

Renda fixa ou variável: como escolher entre elas?

Na hora de compor sua carteira de investimentos, é fundamental saber selecionar as classes de acordo com suas características. Primeiramente, você deve saber qual é a sua tolerância ao risco, o que significa identificar seu perfil de investidor.

Em geral, a renda fixa costuma ser a preferida de um investidor conservador. Ela também pode servir para equilibrar o portfólio de um investidor agressivo e que deseja fazer uma gestão de riscos melhor, por exemplo.

Na prática, é possível unir renda fixa e renda variável em uma só carteira. As variações ficam por conta dos produtos e ativos escolhidos por cada investidor e da proporção entre eles. Quem tiver maior apetite ao risco pode ter uma proporção maior de renda variável na carteira.

Tenha ajuda profissional

Para favorecer a etapa de composição do portfólio, também é interessante contar com o apoio de uma assessoria de investimentos. Os assessores são profissionais qualificados e que podem apresentar investimentos e esclarecer dúvidas.

Além disso, é preciso ter atenção ao fato de que o assessor não recomenda investimentos ou toma a decisão pelo investidor. A escolha permanece sendo completamente sua — depois de contar com mais informação no processo. 

No geral, a assessoria é uma maneira de ter mais visibilidade sobre as diferenças entre renda fixa e variável, permitindo que você monte a carteira de acordo com os seus objetivos. Além disso, é possível conhecer melhor as alternativas de seu interesse.

Como você pôde notar, renda fixa e renda variável são diferentes em questão de segurança, retorno, liquidez e produtos disponíveis. Cada classe pode ser mais indicada para uma situação ou um perfil de investidor — e é possível ter ambas como parte do seu portfólio visando a diversificação.

Se quiser ajuda para entender o que pode estar presente em sua carteira de investimento, entre em contato conosco da Elev Investimentos e veja como nossos assessores podem ajudá-lo!

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Conheça Lane, a jogadora campeã mundial no futevôlei.

Atleta profissional de futevôlei, Lane Matos é campeã mundial de futevôlei na Áustria, coleciona inúmeras conquistas e possui sua própria escola na orla da Praia da Costa, onde ensina o esporte. 

Muito comum nas praias brasileiras, o futevôlei é um esporte que exige prática, esforço e, principalmente, disciplina. Na quadra montada na orla da Praia da Costa, a estudante de educação física da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), não deixa a desejar quando o assunto é ensinar o esporte com muita energia e vigor em sua escola de Futevôlei. 

Assim como no esporte, o mundo dos investimentos também parte do ponto de vista de que a disciplina é a grande responsável por formar grandes talentos, tanto para o mundo do esporte quanto para o mercado de investimentos. 

Exemplo disso é a própria Lane que, além de possuir o título de campeã mundial na Áustria, é hexa campeã brasileira na modalidade esportiva e também tricampeã do Team Águia Footvolley Cup – TAFC, evento que reúne os principais jogadores e jogadoras e é considerado o principal evento de futevôlei no Brasil e no mundo. 

Foi reconhecendo seu talento e sabendo da importância no investimento de nossos atletas que nós da Elev fechamos uma parceria com a excelente jogadora. 

“Investir na disciplina e em sonhar grande transforma, por isso estamos juntos nessa parceria com a Lane, um verdadeiro talento capixaba que leva as cores do Espírito Santo pelo Brasil e pelo mundo”, comenta Caio da Elev.

Os planos para o futuro são otimistas por parte da jovem. Seus próximos passos visam quebrar ainda mais as barreiras e superar as expectativas no esporte que pratica e ensina. “Quero incentivar cada vez mais as pessoas a praticarem o futevôlei, para que olhem o esporte como um estilo de vida capaz de transformar a realidade”, finaliza.

Acompanhe todas as novidades da ELEV Investimentos em nosso blog.

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VGBL ou PGBL: como escolher o melhor plano de Previdência para você?

VGBL ou PGBL? Neste post você aprenderá como os planos de Previdência funcionam e qual é a melhor alternativa para o investidor!

A Previdência Privada é uma modalidade de investimento procurada por quem deseja fazer aportes de longo prazo. Ela possui diversas características, então é comum ficar em dúvida de como escolher o melhor para você. Você sabe a diferença entre os planos VGBL ou PGBL, por exemplo?
Entender esses conceitos e como eles influenciam o seu fundo de Previdência é muito importante para pautar suas escolhas. Dessa forma, é possível avaliar qual é mais adequado de acordo com seus objetivos.
Neste conteúdo, você aprenderá o que é Previdência Privada e seus dois planos, o VGBL e o PGBL. Confira!

VGBL ou PGBL: como escolher o melhor plano de Previdência para você?

A Previdência Privada é uma modalidade de investimento procurada por quem deseja fazer aportes de longo prazo. Ela possui diversas características, então é comum ficar em dúvida de como escolher o melhor para você. Você sabe a diferença entre os planos VGBL ou PGBL, por exemplo?
Entender esses conceitos e como eles influenciam o seu fundo de Previdência é muito importante para pautar suas escolhas. Dessa forma, é possível avaliar qual é mais adequado de acordo com seus objetivos.
Neste conteúdo, você aprenderá o que é Previdência Privada e seus dois planos, o VGBL e o PGBL. Confira!

O que é a Previdência Privada?

A Previdência Privada não está associada apenas à aposentadoria. Ela pode ser utilizada para diversas metas de longo prazo. Ainda assim, costuma ser muito procurada por quem deseja planejar uma renda complementar à Previdência Social.

Isso porque a Previdência Privada não envolve regras de idade ou tempo de trabalho para o recebimento de valores. Também não há tetos para os aportes ou para o recebimento no resgate e não é obrigatória a quem exerce uma atividade remunerada.

Funciona assim: o investidor escolhe um plano e faz aportes periódicos com a finalidade de acumular capital durante um período. E ele também escolhe as regras de resgate, sendo possível sacar todo o valor no usufruto ou receber uma renda passiva.

Para possibilitar a realização de objetivos, a Previdência Privada envolve investimentos. Nesse caso, ela funciona como um fundo, possuindo gestores profissionais e diversas estratégias. Por isso, é possível encontrar planos de maior ou menor risco, para diferentes perfis de investidores.

Quais são os tipos de fundos de Previdência Privada?

Ao tratar de fundos de Previdência Privada, é preciso saber que existem diversos tipos. Eles podem adotar estratégias variadas para a alocação de recursos e remuneração dos cotistas. Assim, você deve buscar pela melhor opção para o seu caso.

Por exemplo, os fundos mais arrojados compõem a carteira com ativos de maior risco e maior potencial de rentabilidade. Já os fundos mais conservadores podem optar por uma alocação preponderante em títulos de renda fixa, mais seguros e menos rentáveis.

Também há uma divisão entre os fundos fechados e os fundos abertos. Entenda como eles funcionam:

Fundos fechados de Previdência

Os fundos fechados de Previdência Privada são instituídos e administrados por empresas específicas, destinados aos seus colaboradores. Portanto, não estão abertos à população em geral, mas apenas a empregados e outros beneficiários.

Os sindicatos e entidades de classe também podem criar esses fundos, que serão destinados aos seus associados. Quem os regula e fiscaliza é a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) e o Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC).

Fundos abertos de Previdência

Já os fundos abertos de Previdência Privada são destinados a todos os investidores que desejarem fazer aportes. Eles são disponibilizados por instituições financeiras e fiscalizados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Aqui, existem dois planos diferentes: o VGBL e o PGBL, que você conhecerá mais adiante.

Como funciona o VGBL?

VGBL é a sigla para Vida Gerador de Benefício Livre e esse plano geralmente é escolhido por quem faz sua declaração anual do Imposto de Renda (IR) de forma simplificada. Ele também pode ser vantajoso para quem investe mais do que 12% de sua renda anual na Previdência Privada.

Isso acontece porque as contribuições realizadas ao plano durante o ano não garantem dedução fiscal. Ou seja, elas contam como um gasto comum. A vantagem é que o IR será cobrado somente em relação aos rendimentos auferidos com o plano, no momento do resgate.

Suponha que um investidor tenha aportado R$ 50 mil em seu plano VGBL e os rendimentos ficaram no patamar dos 10%. No usufruto, haverá a cobrança do IR somente sobre os R$ 5 mil, que é o total do rendimento obtido.

Já a alíquota pode seguir a tributação progressiva ou regressiva. Na tabela progressiva, a variação ocorre de acordo com o montante resgatado, entre 7,5% e 27,5%. Já na tributação regressiva, o IR varia conforme o prazo do investimento. O percentual fica entre 35% para prazos mais curtos, e 10% para prazos mais longos.

Como funciona o PGBL?

Outra possibilidade é o PGBL, ou Plano Gerador de Benefício Livre. Ele é comumente escolhido por quem faz a declaração anual completa do IR. Isso acontece porque os aportes feitos ao fundo podem ser deduzidos na renda, apresentando vantagem fiscal.

Mas essa dedução se limita a 12% da renda bruta tributável do investidor. Ou seja, se o investidor recebeu R$ 150 mil em um ano e fez aportes de R$ 18 mil ao fundo PGBL, ele poderá ser totalmente deduzido.

Assim, a renda bruta tributável utilizada para o IR a ser pago será de R$ 132 mil, reduzindo a incidência da tributação. Por isso, o PGBL é interessante para quem deseja essa redução.

Porém, devido às deduções, o IR a ser pago no resgate também será diferenciado. Nesse caso, a alíquota será aplicada sobre todo o valor aportado, mais os rendimentos. Então, utilizando o exemplo do tópico anterior, o IR incidiria sobre o total de R$ 55 mil.

Em relação às alíquotas, o PGBL também pode utilizar a alíquota progressiva ou regressiva, conforme o modelo contratado. Assim, depois de escolher o tipo de plano, você também tem liberdade para optar pelo melhor regime de tributação para o seu caso.

Como escolher o melhor plano de Previdência?

Para escolher o melhor plano de Previdência Privada é fundamental considerar questões pessoais e as características de cada fundo. Primeiro, é preciso definir seus objetivos e prazos, além de conhecer o seu perfil de investidor e fazer cálculos e simulações em relação ao Imposto de Renda.

Isso é fundamental para fazer as escolhas entre: PGBL ou VGBL, tabela progressiva ou regressiva do IR, tipo de alocação do fundo, riscos etc. Optar pela forma de receber a renda também é importante e deve considerar suas necessidades e preferências.

Em relação aos investimentos, investidores mais arrojados podem preferir uma composição focada na renda variável. Já os conservadores costumam optar pelos fundos com foco na renda fixa. Existem fundos muito diversos, então vale a pena avaliar bem.

Entendeu como escolher entre VGBL ou PGBL e os outros detalhes da Previdência Privada? Para quem tiver dificuldades em entender cada ponto, a ajuda de uma assessoria de investimentos pode ajudar. Os profissionais esclarecerão suas dúvidas!

Ficou interessado em contar com uma assessoria? Entre em contato com a Elev!

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Como escolher as melhores ações para investir hoje?

Você sabe o que considerar para escolher as melhores ações para investir? Entenda aqui os fatores mais importantes para essa decisão!

Quem busca boas oportunidades de aportes pode se perguntar como escolher as melhores ações para investir. Mas, na verdade, não há uma resposta correta e que sirva para todos os investidores com certeza.
As pessoas têm objetivos financeiros e perfis diferentes, então não é possível padronizar as escolhas. Contudo, você pode encontrar ações que sejam adequadas para suas características, se considerar alguns fatores importantes para a decisão.
Neste conteúdo, você conhecerá os pontos que deve ponderar para escolher as melhores ações para investir e compor um portfólio cada vez mais sólido. Continue a leitura e descubra!

Conheça seu perfil de investidor

O primeiro fator que você deve ter em mente para escolher ações é o seu perfil de investidor. Já ouviu falar nesse conceito? Ele ajuda a entender como cada investidor lida com os riscos. Assim, pode ajudar a embasar as decisões.
Os perfis são divididos em três tipos: conservadores, moderados e arrojados (também conhecidos como agressivos). Entenda cada um deles:

Conservadores

Os conservadores são aqueles investidores que têm menos tolerância aos riscos dos investimentos. Logo, eles preferem aportes mais seguros e previsíveis, ainda que isso limite as possibilidades de ganhos.

Moderados

Já os moderados também focam na segurança. Contudo, conseguem suportar alguns riscos, principalmente a longo prazo. Então, se há uma boa oportunidade com expectativa de rentabilidade, podem arriscar mais que os conservadores.

Arrojados

Por último, os arrojados são aqueles que têm mais abertura aos riscos atrelados a investimentos. Dessa maneira, eles buscam potencializar a rentabilidade, ainda que isso retorne uma insegurança mais alta. Logo, podem se interessar bastante por ações.
Por ser um investimento de renda variável, as ações possuem mais riscos que alternativas de renda fixa. Assim, o aporte em papéis não oferece previsibilidade em relação aos ganhos — e há possibilidades de prejuízo. Por outro lado, o potencial de rentabilidade é maior.
Dessa forma, investidores moderados e arrojados costumam considerar essa alternativa. Entretanto, não significa que os conservadores devem evitar completamente as ações. Eles podem investir parte da carteira, fazendo uma boa análise para reduzir riscos.
Com essa estratégia, o investidor mais conservador — ou aquele que está dando os primeiros passos nesse mercado — não compromete grande parte de seu patrimônio com as ações. Isso traz mais segurança e ajuda a ganhar experiência na área.

Defina os seus objetivos

Depois de conhecer qual é o seu perfil de investidor, é fundamental que você estabeleça objetivos financeiros. Aqui é preciso definir o que deseja alcançar com os investimentos e qual é o prazo para cada uma das metas.
Esses desejos embasam suas decisões e ajudam a definir quais ações são as melhores para você investir. Afinal, os aportes que se alinham com os objetivos definidos pelo investidor são aqueles que devem ser priorizados no momento de decisão.
Portanto, faça uma lista com as suas metas. Lembre-se de focar em desejos concretos e que podem ser quantificados. Por exemplo: quero me aposentar em 20 anos e, para isso, preciso obter uma renda passiva de R$ 5.000 mensais.
Claro que esses objetivos podem ser revistos e adequados com o passar do tempo, para atualizá-los. Contudo, é importante delimitá-los conforme a sua realidade, expectativas e possibilidades no presente. Também não se esqueça de definir um prazo específico.
A sua estratégia de investimento em ações dependerá do tempo em que você quer conquistar seus objetivos. Além disso, tenha cuidado para não definir metas muito ambiciosas sem considerar seu patrimônio e capital disponíveis. Começar com planos menores pode ser uma boa ideia.

Entenda suas preferências

Um ponto que muitos investidores não consideram ao escolher as ações é entender quais são suas preferências. Ou seja, que áreas da economia você gosta mais, a quais setores está mais ligado, de qual marca é consumidor rotineiramente etc.
Essa convivência com as empresas ou setores no dia a dia também pode embasar suas decisões de investimento. Apesar de não ser um fator determinante, ela pode ajudar a manter mais segurança no aporte, por conhecer a empresa e o seu segmento.
Assim, se você quer escolher as melhores ações para investir, considere fazer aportes naquelas empresas que você tem contato. Seja no trabalho, no dia a dia ou mesmo como consumidor. Essa pode ser uma estratégia para ficar mais próximo dos investimentos e entender melhor os resultados.

Conheça as estratégias de análises existentes

Para basear as decisões de investimentos ou para avaliar tendências e perspectivas, é comum fazer análises de ações. Essas avaliações se dividem em dois tipos: a técnica e a fundamentalista.
A análise técnica foca nos próprios papéis e nas oscilações de preços dos ativos. Por isso, é mais utilizada por especuladores, com o objetivo de avaliar a movimentação das cotações, determinar padrões e tendências.
Ela costuma estar atrelada a operações de curto e curtíssimo prazo. No day trade, por exemplo, a compra e venda ocorre no mesmo pregão. Por outro lado, a análise fundamentalista prioriza a avaliação das empresas e seus fundamentos.
Nesse caso, o foco é em médio e longo prazo. Para isso, a análise não avalia os preços, e sim os resultados operacionais e a gestão da companhia. Assim, ela se baseia em indicadores fundamentalistas, como o balanço patrimonial, o patrimônio líquido etc.
Conhecendo essas análises você poderá aplicá-las às suas decisões. Se o seu objetivo é conseguir ganho em operações de curto prazo, deve aprender a avaliar gráficos de forma técnica. Contudo, se o foco é no longo prazo e aumento de patrimônio, a análise fundamentalista é mais indicada.

Acompanhe uma carteira recomendada

Vale destacar que quem não deseja fazer uma análise aprofundada de ações para investir pode acompanhar uma carteira recomendada. Elas representam recomendações de ações feitas por analistas de investimentos.
Logo, você não precisa avaliar as ações sozinho e nem decidir por conta própria. Basta analisar as carteiras, considerando a estratégia e os objetivos estabelecidos, para decidir qual seguir. Depois, só precisa fazer as compras e vendas indicadas pelo analista para se expor aos resultados da carteira.
Neste post, foi possível aprender como escolher as melhores ações para investir hoje! Como você viu, é fundamental considerar características pessoais nessa decisão. Então, não siga recomendações sem avaliar todos esses pontos que acompanhou até aqui.
Quer contar com uma assessoria para esclarecer suas dúvidas sobre investimentos? Entre em contato conosco!

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Como analisar uma ação? Conheça os principais indicadores!

Pretende começar a investir no mercado acionário? Então é importante saber como analisar uma ação e os indicadores mais utilizados. Veja quais são!

Investir em ações pode ser uma boa forma de diversificar sua carteira de investimentos e construir seu capital – principalmente quando se pensa no longo prazo. Contudo, saber como escolher uma empresa é determinante para fazer bons negócios.
Contar com a sorte não é recomendado quando se fala em investimentos de renda variável. Logo, estudar o mercado e as ferramentas de análise disponíveis atualmente ajuda muito na hora da tomada de decisão.
Portanto, se você quer aprender como analisar uma ação e quais são os principais indicadores usados por investidores e profissionais de mercado, basta continuar a leitura!

Qual a importância de analisar uma ação?

Aquele que pretende investir na bolsa de valores precisa ter confiança na hora de escolher os papéis que comporão seu portfólio. Por isso, não há como fazer boas escolhas sem que seja feito um estudo prévio do ativo que pretende adquirir.
Além dos riscos na renda variável serem mais altos, investir sem a realização de uma análise criteriosa aumenta o perigo de uma escolha de investimento equivocada. Muitas pessoas compram ações sem saber se elas estão baratas, caras, se é o momento de comprá-las, qual o histórico de pagamento de dividendos, etc.
Embora algumas vezes isso possa dar certo, quando a escolha sem critério dá errado, o prejuízo ou a frustração podem ser grandes. Muitos investidores podem até mesmo desistir da bolsa de valores por não alcançarem suas expectativas — deixando boas alternativas de investimento para trás.
Assim, analisar uma ação — e a empresa que a emitiu — é importante para que você consiga fazer as melhores escolhas. Com ela, você terá condições de avaliar o potencial de rentabilidade, a segurança e outras características da companhia antes de investir.

O que é análise fundamentalista?

A análise fundamentalista é uma metodologia de estudo que procura entender a situação atual de uma empresa – bem como as possíveis previsões de seu desempenho no futuro. Isso é feito com a conferência dos fundamentos da companhia.
Logo, esse tipo de análise não avalia apenas um aspecto da empresa, como saber se ela é lucrativa ou não. Ao contrário disso, a análise fundamentalista é pautada na observação de uma variedade de elementos e informações importantes sobre a companhia analisada.
Através dela é possível ter uma ideia de qual negócio possui maiores condições de crescimento e solidificação no mercado, por exemplo. Com isso, você poderá escolher as ações das empresas que mais se enquadram no seu perfil de investidor e objetivos para o longo prazo.

Quais os principais indicadores para analisar uma ação?

Ao saber a importância de analisar uma ação antes de comprá-la – e saber que a análise fundamentalista pode ajudar você nesse caminho, é imperativo conhecer os principais indicadores para analisar uma ação.
Acompanhe alguns deles a partir de agora!

LPA

O lucro por ação (LPA) é um indicador da análise fundamentalista responsável por mostrar ao investidor o valor do lucro líquido de uma companhia em relação às ações emitidas. A fórmula do LPA é bem simples:
LPA = Lucro líquido / Quantidade de ações em circulação
Essas informações podem ser obtidas no demonstrativo de resultados da companhia ou em seu balanço patrimonial. Ao usá-lo, o investidor saberá se a empresa deu lucros ou prejuízos aos seus acionistas.

P/VPA

O preço sobre valor patrimonial por ação (P/VPA) analisa a cotação da ação em relação ao patrimônio tangível da empresa. Isto é, indica o quanto o preço do papel representa entre os ativos da companhia. Sua formula é:
P/VPA = Preço por ação / Valor patrimonial por ação
Caso o resultado dessa conta esteja próximo de 1, significa que seu preço é justo. No caso de estar abaixo de 1, indica que o preço está mais baixo do que efetivamente vale. Já casos em que o resultado é maior que 1, aponta que o preço da ação está alto.

DY

O dividend yield (DY) apresenta a relação entre os dividendos pagos no decorrer de um período de 12 meses e o preço da ação. Para saber essa informação o investidor precisa dividir os valores pagos a título de dividendo no ano pela cotação atual. Veja sua fórmula:
Dividend yield = Dividendos por ação / Cotação da ação × 100
O DY é importante para quem deseja analisar e escolher uma ação para receber renda passiva ao longo do tempo. Contudo, é preciso avaliar um histórico mais longo para ter segurança. Além disso, para interpretar o número você deve saber utilizá-lo em conjunto com outros indicadores.

ROE

O return on equity (ROE) – traduzido para retorno sobre o patrimônio líquido – é um indicador que mede a capacidade de uma companhia gerar lucros a partir de seus próprios recursos. O cálculo deve levar em conta um ano fiscal completo, possuindo a seguinte fórmula:
ROE = Lucro Líquido / Patrimônio Líquido x 100
Com isso, você terá a relação percentual entre o patrimônio acumulado da empresa e o lucro gerado. Levando-se em conta que o lucro é um dos fatores de bastante relevância para um investimento, por meio do ROE é possível identificar se o negócio é lucrativo ou não.

Margem líquida

A margem líquida é a porcentagem do lucro líquido da empresa em comparação à sua receita total, sendo um indicador que demonstra qual é o lucro líquido para cada unidade de venda da empresa. Com base na seguinte fórmula:
Margem líquida = Lucro líquido / Receita líquida de vendas x 100

Liquidez corrente

O indicador de liquidez corrente mede a capacidade da empresa de cumprir com suas obrigações no curto prazo. Ou seja, serve como referência para grande parte dos pagamentos, representando a saúde do caixa da empresa. Ele é calculado assim:
Liquidez corrente = Ativo circulante / Passivo circulante

ROI

O return on investment (ROI) – traduzido como retorno sobre o investimento – é um indicador que revela os retornos financeiros da empresa, tanto potenciais quanto passados. Além disso, ele pode mostrar o quanto um investidor ganhou ou perdeu em relação ao valor aplicado.
Veja o cálculo:
ROI = Ganho obtido – Investimento / Investimento
Como você viu existem diversos indicadores fundamentalistas para analisar uma ação. O ideal é utilizar diversos deles em conjunto.
Para investidores que não possuem tempo para fazer essa análise, é possível contar com uma carteira recomendada. E, se você tem dúvidas, pode buscar uma assessoria de investimentos.
Quer conhecer mais sobre os investimentos disponíveis no mercado e tomar boas decisões? Entre em contato com os assessores da Elev Investimentos!

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Come-cotas: o que é e como funciona a tributação dos fundos?

Se você pretende investir em fundos de investimento, fique atento ao come-cotas. Entenda agora sobre essa forma de recolhimento antecipado de IR!

Os fundos de investimento podem ser uma boa alternativa de investimento para diversos investidores. Além de auxiliar na diversificação do portfólio, eles contam com um gestor que administra os investimentos. Assim, há praticidade ao investir. Contudo, é preciso conhecer o come-cotas.
Nem todos os fundos de investimento contam com o come-cotas, mas quem investe nessa modalidade precisa conhecer o termo. Afinal, o Imposto de Renda pode incidir antecipadamente em parte dos fundos disponíveis no mercado.
Neste artigo você descobrirá o que é o come-cotas, como ele funciona e quais os fundos que sofrem a incidência dessa cobrança. Não deixe de acompanhar!

O que é o come-cotas?

Come-cotas é um termo dado ao recolhimento antecipado de Imposto de Renda em relação à rentabilidade de alguns fundos. Geralmente, sua aplicação está atrelada aos fundos de curto ou longo prazo.
O recolhimento de IR é antecipado como forma de assegurar o recebimento dessas quantias à Receita Federal. Isso porque não há como o fisco saber exatamente quando o investidor liquidará sua posição naquele investimento.

Como ele funciona?

O processo de recolhimento do come-cotas acontece duas vezes por ano – a primeira no final de maio e a segunda no final de novembro. O interessante é que o investidor não precisa fazer nada, uma vez que o imposto é retido automaticamente da fonte, sendo abatido das cotas que possui — como você entenderá mais adiante.
Em relação à alíquota de recolhimento, é preciso saber que ela depende do prazo do fundo. Quanto maior for o prazo, menor será a taxa do come-cotas.
Veja!

Fundo de curto prazo

Nos fundos classificados como de curto prazo, incide uma alíquota de Imposto de Renda de 22,5% para investimentos de até 180 dias, e 20% em aplicações que excedam os 180 dias. Contudo, o come-cotas é sempre cobrado pela menor alíquota: 20%.

Fundo de longo prazo

Nos fundos classificados como de longo prazo, a alíquota de IR respeita uma tabela regressiva:

  • 22,5% para investimentos de até 180 dias;
  • 20% entre 181 a 360 dias;
  • 17,5% entre 361 a 720 dias;
  • 15% para mais de 720 dias.

Nestes casos, a alíquota do come-cotas será de 15%.

Exemplo prático

Para entender como se dá a tributação dos fundos pelo come-cotas, vamos a um exemplo prático.
Imagine que, em abril, você tenha comprado 1.000 cotas a R$ 1,00 cada de um fundo de investimento que tem a incidência do come-cotas na alíquota de 20%. Agora, suponha que, em maio, cada cota esteja valendo R$ 1,50, e assim você teria R$ 1.500,00, mantendo as 1.000 cotas.
Ao virar o mês, você percebe que o número de cotas caiu para 933, e agora você possui cerca de R$ 1.400 investidos (933 x R$ 1,50). Isso se deu em razão do come-cotas, que consumiu 20% (R$ 100,00) da rentabilidade do seu investimento.
Então, embora você tenha mais dinheiro que no início, o número de cotas é menor. Agora faz mais sentido ele ser chamado de come-cotas, não é mesmo? A cobrança se dá pelo desconto nas cotas.

Quais os fundos de investimento sobre os quais incidem o come-cotas?

Ao chegar até aqui você já conheceu um pouco mais sobre o come-cotas e seu funcionamento. Que tal verificar quais são os fundos de investimento que contam com a incidência dele?
Confira!

Fundos de renda fixa

Os fundos de renda fixa são aqueles que contam com grande parte de seu patrimônio aplicado em títulos do Tesouro Nacional ou ativos de renda fixa. Por exemplo, debêntures, certificados de depósito bancário (CDBs), entre outros.

Fundo de crédito privado

Os fundos crédito privado investem a maior parte do patrimônio em títulos de crédito privado. Entre os títulos investidos encontram-se a LCI e LCA (letra de crédito imobiliário e do agronegócio) o CRI e CRA (certificados de recebíveis imobiliários e do agronegócio), além de debêntures.

Fundos multimercados

Os fundos multimercados são fundos que contam com uma flexibilidade maior de escolha entre ativos e derivativos. Com isso, ele pode investir em ações, câmbio, renda fixa, investimentos estrangeiros, contratos futuros, opções e assim por diante.

Fundos de ouro

Os fundos de ouro, tal qual se pode imaginar, tem grande parte do seu patrimônio investido em ouro ou em títulos que estão atrelados ao metal, ainda que indiretamente. Alguns deles também reservam parte do capital para o investimento em moedas internacionais.

Fundos cambiais

Os fundos cambiais contam com um portfólio direcionado às moedas estrangeiras, especialmente à moeda norte-americana e a europeia. Eles investem em ativos e derivativos que têm exposição cambial.

Fundos DI

Os fundos DI, são fundos de renda fixa que tentam reproduzir uma rentabilidade próxima a do CDI (Certificado de Deposito Interbancário). Para fazer isso, investem em ativos que possuem relação com à taxa Selic – que é a taxa básica da economia, muito próxima ao CDI.

Quais fundos de investimento são isentos de come-cotas?

Embora o come-cotas esteja presente em grande parte dos fundos de investimento, nem todos apresentam essa forma de cobrança. Por exemplo, os fundos de ações e fundos previdenciários possuem outra estratégia de pagamento de Imposto de Renda.
O mesmo acontece com os fundos imobiliários e fundos de índice, negociados na bolsa de valores. Nesse caso, o Imposto de Renda incide sobre o ganho de capital e também é pago de outra forma.

Quais as vantagens e desvantagens do come-cotas?

Entre as vantagens do come-cotas pode ser apontada a praticidade, pois, sua incidência se dá de forma automática. Enquanto isso, há operações de renda variável que exigem que o recolhimento de impostos seja feito pelo próprio investidor – que precisa calcular, preencher e pagar guias.
Assim, um eventual preenchimento incorreto ou recolhimento menor é capaz de fazer com que o investidor tenha problemas com o fisco e precise pagar multas. Então, investir em fundos de investimento que tenha a incidência do come-cotas fará com que você evite esse tipo de situação.
Entre as desvantagens, vale saber que o come-cotas reduz o potencial de rentabilidade do investimento. Como ele é cobrado a cada 6 meses, consome parte das cotas que poderiam contribuir para gerar mais rendimento ao longo do tempo.
Ao conhecer o come-cotas nos fundos de investimento você conseguirá tomar decisões mais acertadas na hora de investir. Contudo, ele não deve ser o único fator de decisão, uma vez que é preciso avaliar outras questões, como o seu perfil de investidor, objetivos, estratégias e taxas para escolher seus investimentos.
Você precisa de orientação para conhecer os investimentos disponíveis no mercado? Contate os assessores da Elev Investimentos. Nossa equipe está preparada para atendê-lo!