Tesouro Direto: o que é, como funciona e como investir

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Após aprender o que é Tesouro Direto, você poderá aproveitar melhor as oportunidades trazidas pelos títulos públicos do Tesouro Nacional. Confira!

Tornar-se credor do Governo Federal é uma das alternativas de investimento na renda fixa. Para aproveitar a oportunidade, entretanto, é preciso descobrir o que é Tesouro Direto e como isso se relaciona com os títulos públicos.
Desse modo, você conseguirá compreender como é o rendimento desses títulos, quando são os mais indicados para o seu caso e quais são os pontos de atenção. Com as informações, torna-se possível definir se essa é uma possibilidade adequada para a sua carteira e para as suas características.
Para saber tudo sobre a alternativa de renda fixa, veja o que é o Tesouro Direto e conheça o investimento em títulos públicos!
 

Afinal, o que é Tesouro Direto?


Para começar a entender o Tesouro Direto é importante saber que existe uma confusão no conceito. Muitas pessoas pensam que ele é um investimento propriamente dito. Porém, o Tesouro Direto é a plataforma criada para que pessoas físicas começassem a investir em títulos do Tesouro Nacional.
Ou seja, não é possível ter o Tesouro Direto, enquanto investimento, em uma carteira. O que se adquire é um título público, negociado nessa ferramenta que ajudou a viabilizar e popularizar esse tipo de investimento.
Em alguns casos, o termo “Tesouro Direto” é usado com sinônimo da aplicação financeira, para simplificar o entendimento dos novos investidores. Mas pode causar confusão — e é importante esclarecer essa questão.


Como funciona o investimento em títulos do Tesouro Direto?


Agora que você sabe o que é o Tesouro Direto, é preciso conhecer os títulos que são negociados nele. Tais títulos públicos são emitidos pelo Tesouro Nacional e funcionam como dívidas do Governo Federal — por isso, são considerados muito seguros.
O investidor que adquire os títulos está financiando o Governo. Como os títulos do Tesouro Direto compõem um investimento de renda fixa, quem aplica os recursos recebe o montante investidor mais um rendimento.
Em relação à tributação, as aplicações são tributadas pela tabela regressiva do Imposto de Renda. O valor se torna menor com o tempo de investimento, até um limite de 15%.
Veja as alíquotas em relação ao prazo de alocação:

  • até 180 dias: 22,5%;
  • de 181 a 360 dias: 20%;
  • de 361 a 720 dias: 17,5%;
  • acima de 720 dias: 15%.

 

Quais são os tipos de títulos do Tesouro?


Embora o funcionamento de todos os títulos públicos do Tesouro Nacional siga as características que você acabou de conferir, o rendimento varia segundo o tipo.
Veja quais são os títulos negociados e entenda como os ganhos são obtidos em cada uma das alternativas!
 

Tesouro Prefixado


No Tesouro Prefixado, há o investimento em uma taxa já conhecida, o que permite saber o quanto será recebido ao final.
Porém, para que o pagamento seja cumprido conforme o acordado é preciso levar o título até o vencimento. Ao vendê-lo antecipadamente, ele estará sujeito às condições de mercado.
 

Tesouro Selic


Ao contrário do Tesouro Prefixado, o Tesouro Selic é conhecido por ter uma taxa de juros pós-fixada. Ou seja, que rende de acordo com um indicador. Ele utiliza a Selic, que é a taxa básica de juros da economia — e pode ser modificada frequentemente pelo Comitê de Política Nacional (Copom).
 

Tesouro IPCA+


Já o Tesouro IPCA+ tem um rendimento do tipo híbrido. Parte do retorno está atrelada a uma taxa de juros prefixada. Já a outra varia com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é o indicador oficial de inflação da economia brasileira.
Assim, esse título mantém o poder de compra ao longo do tempo, pois tem rentabilidade real acima da inflação. Tanto ele quanto o Tesouro Prefixado apresentam opções de rendimento no vencimento ou de recebimento de juros semestrais.
 

Para quem os títulos públicos podem ser indicados?


Como você viu, os títulos do Tesouro apresentam aspectos variados e, por isso, podem compor a carteira de investidores com diversas características.
Afinal, apesar de estarem mais alinhados às características dos investidores conservadores, por serem os títulos mais seguros, também podem interessar a moderados e arrojados que desejam diversificar a carteira, a depender dos objetivos.
O Tesouro Prefixado, por exemplo, pode fazer mais sentido em momentos de queda da taxa de juros. Ao levá-lo até o vencimento, há chances de obter um rendimento superior ao que é oferecido pela Selic.
Já o Tesouro Selic pode fazer parte do portfólio de quem deseja alocar a reserva de emergência. Por ter liquidez diária sem risco de valer menos pela marcação a mercado, é possível acessar os recursos sempre que precisar — e com um rendimento superior ao da poupança.
Por sua vez, o Tesouro IPCA+ pode ser interessante para quem está disposto a fazer um investimento de longo prazo. Ele pode ser útil para quem planeja a aposentadoria ou por quem deseja viver de renda, no caso da modalidade com pagamento de juros semestrais.
 

Como investir nesses títulos?


Até aqui, você descobriu que o Tesouro Direto é o ambiente para quem deseja investir em títulos do Tesouro Nacional. Contudo, não basta acessar essa plataforma para escolher os títulos desejados e alocar os recursos.
Veja o que fazer!
 

Identifique seu perfil de investidor


Para fazer o investimento é preciso, em primeiro lugar, identificar seu perfil de investidor. Mesmo sendo uma alternativa de renda fixa, é interessante saber qual é sua tolerância ao risco e, considerando o momento, o que faz mais sentido para você.
 

Conheça seus objetivos financeiros


Em seguida, é necessário pensar nos seus objetivos financeiros. Avalie os prazos dos títulos públicos, as regras de rendimento e quais são suas expectativas quanto ao uso e ao resgate. Dessa forma, é possível escolher o tipo mais alinhado com suas características.
 

Busque uma instituição financeira


Após essas etapas de planejamento, é preciso ter conta em uma instituição financeira, como um banco de investimento. Por meio dela, você poderá acessar os títulos públicos e realizar a alocação financeira.
 

Tenha apoio profissional


Para conhecer melhor cada alternativa e tomar uma decisão mais sólida, também faz sentido buscar um escritório de assessoria. Os assessores de investimento poderão apresentar as oportunidades e tirar dúvidas, sendo sempre sua a decisão final.
Agora que você aprendeu o que é Tesouro Direto e como funcionam os títulos públicos, é possível realizar esse investimento de acordo com seus objetivos. Assim, você poderá explorar uma das principais oportunidades da renda fixa!
Precisa de ajuda para conhecer melhor esse tipo de investimento? Entre em contato conosco da Elev Investimentos e saiba mais sobre nosso serviço de assessoria!